terça-feira, dezembro 30, 2008

Feliz 2009


Feliz 2009 - Happy 2009 - Heureux 2009 - Felici 2009 - Godt 2009
Ευτυχισμένο το 2009 - ハッピー2009

Feliz Ano Novo

"Jamais haverá ano novo se continuar a copiar os erros dos anos velhos."
Luís de Camões

Eu quero esquecer os erros dos anos velhos, quero cometer erros novos, ou, se pudesse escolher mesmo, eu queria era não cometer erros nenhuns.
Costuma dizer-se que é a bater com a cabeça que aprendemos, mas não sei se ainda terei muito mais paciência para continuar a bater com a cabeça ou a continuar a aprender com os meus erros. Há dias em que me sinto impotente para mudar alguma coisa, mas outros dias há, em que sinto uma força incrível , que me impele para a frente, só que... ... e ... ... cá estou eu ... ainda!
FELIZ ANO NOVO para todos.

******

"Para você ganhar belíssimo Ano Novo...
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.

Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas nem
parvamente acreditar que por decreto

da esperança a partir de Janeiro
as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,

liberdade com cheiro e
gosto de pão matinal, direitos respeitados,
começando pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um ano-novo que mereça
este nome, você, meu caro, tem de
merecê-lo, tem de fazê-lo novo,

Eu sei que não é fácil mas tente,
experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
dorme e espera desde sempre."

Desconhecido

sábado, dezembro 27, 2008

Adorei!

O natal deste ano já passou e vou partilhar aqui uma das minhas prendas preferidas, oferecida pelos meus filhotes. Aliás, parece que o canito também gostou. Eu adorei!


sexta-feira, dezembro 26, 2008

Os olhos também comem...

Numa época de tantos doces, quem é que resiste a uma doçura destas, tanto para os olhos como para os ouvidos?
Além disso, não se esqueçam que, o que faz mal não é o que se come do Natal ao Ano Novo, mas o que se come do Ano Novo ao Natal (ah ah ah).
Feliz Ano Novo.


Verdi - Traviata - Choeur Bohémiens


***********************


Espero que todos tenham tenham passado uma Consoada e um Dia de Natal com muita PAZ, FELICIDADE e SAÚDE, com todos aqueles que vos ajudam a serem felizes. E já agora, se não for esperar demasiado, com uns docinhos bem fofinhos e apetitosos na mesa.

terça-feira, dezembro 23, 2008

Ti Lena_Talasnal


Os CAVALOS já falam de mais um encontro e, dessa vez, será no Talasnal, num restaurantezinho amoroso, onde, em Outubro (como já falei antes) ,bebi uma cerveja que me soube às mil maravilhas. Toda aquela zona das Aldeias de Xisto tem um encanto especial.
Decidi, então, fazer este pequenino vídeo, mostrando os tais cantos e recantos do Ti Lena, para que, quem não conheça, possa já ficar com uma certa curiosidade e vontade de lá ir.
Agora, só não sei quantas pessoas vão caber lá dentro...

video

(Espero que seja possível ver o vídeo. Se não conseguirem, dêem um empurrãozinho com o rato)

domingo, dezembro 21, 2008

Recuso-me a deixar que me adiantem o tempo!


Realmente, eu já nem sei o que dizer. Será que estou lenta por viver no Alentejo, ou as pessoas andam a correr feitas loucas, como se tivessem medo de não chegar às épocas próprias dos acontecimentos ou festejos?
Já me acusam de andar saudosista em demasia, mas ainda lembro que, antigamente, o Natal era celebrado e falado em Dezembro, quanto muito, começávamos a tratar das coisas em Novembro. Agora, em Setembro ou Outubro, já só se ouve falar de Natal, já há montras arranjadas com enfeites da época e, na tv, a criançada já é "bombardeada", desde cedo, com os brinquedos para pedir ao Pai Natal. Quando chegamos a Dezembro, andamos cansados, atolados de Natal por todo o lado e por isso o espírito deixou de ser o que era. Consumismo, consumismo, consumismo... E a tal magia?
Bom, mas hoje senti que me saltou a tampa!
Então, mas as "Janeiras" já não são em Janeiro?
Eu explico.
No telejornal da SIC, houve uma reportagem feita em Penalva, mostrando o grupo de "janeireiros" que visitaram as casas e um lar de idosos. Que me desculpem, mas, a não ser que receassem que os ditos idosos não chegassem a Janeiro, não encontro explicação para as Janeiras serem cantadas ainda mesmo antes do Natal. Será que me está a escapar alguma coisa?
Eu queixo-me constantemente que o tempo, qual a fina areia do deserto, desliza por entre os nossos dedos, ou seja, pela nossa vida, sem que o consigamos travar. Mas isto já é demasiado! Recuso-me a deixar que me adiantem o tempo!

sábado, dezembro 20, 2008

Revivalismo

Acabei de ver na RTP, o Art Sullivan, aquele cantor belga que esteve cá nos anos 70, e que, com a mesma vozinha de então, ou seja, em playback (que ridículo), cantou a mesma música de então: "Petite Demoiselle".
Foi uma sensação gira, até porque recordei que ele esteve em Coimbra naquela altura, e eu o fui ver. Lembro agora que deve ter sido o meu primeiro concerto ao vivo e que fui mais uma daquelas jovenzinhas, que se encantavam com uma carinha laroca como a que ele tinha.
É engraçado como estamos numa época de revivalismo e, na tv, vamos recordando coisas que aconteceram há tanto tempo. O programa de Catarina Furtado, "A Minha Geração", acaba por transmitir a informação do que foram aqueles anos e, para quem ainda era pequeno ou não estava tão alertado para o que se passava então, acaba por ser uma hipótese para um início de pesquisa sobre o que nós ou os nossos pais viveram.
Querem um melhor exemplo do que a música dos ABBA que agora nos faz vibrar? Bom, "nos" a nós, quarentinhas ou cinquentinhas ou sessentinhas, que sentimos as cócegas na planta dos pés, com uma vontade enorme de saltar das cadeiras e dar uns pulitos em forma de Meryl Streep e das amigas.
É bem certo que naqueles tempos se faziam coisas incríveis e a prova é que elas continuam aí. E melhor de tudo, é que os nossos jovens gostam e reconhecem o valor das coisas dos cotas.

sexta-feira, dezembro 19, 2008

S.O.S


Where are those happy days?
They seem so hard to find
I try to reach for you
But you have closed your mind
Whatever happened to our love?
I wish I understood
It used to be so nice
It used to be so good

So when you're near me
Darling can't you hear me?
S.O.S
The love you gave me
Nothing else can save me
S.O.S
When you're gone

How can I even try to go on?
When you're gone
Though I try, how can I carry on?

You seem so far away
Though you are standing near
You made me feel alive
But something died I fear
I really tried to make it out
I wish I understood
What happened to our love
It used to be so good

So when you're near me
Darling can't you hear me
S.O.S
And the love you gave me
Nothing else can save me
S.O.S
When you're gone
How can I even try to go on?
When you're gone
Though I try, how can I carry on?
When you're gone
How can I even try to go on?

Tempo


Alguém disse:

" Quanto ao Passado já nada podemos fazer; o Futuro é uma incógnita e o Presente tem esse nome, porque é uma dádiva que nos é oferecida, diariamente, para desfrutarmos. "

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Natal

Já repararam que, daqui a uma semana já é dia de Natal?
Mal o ano começa, os dias vão passando sem darmos conta e logo chega o frio e o 25 de Dezembro está aí.
Será que posso confessar uma coisa?
Já há alguns anos que o Natal não tem o mesmo significado para mim. E parece que cada vez é pior.
Quando era pequena, adorava sair para a Missa do Galo com os meus pais, pois sabia que, quando chegássemos a casa, na chaminé estaria, pelo menos, um presente (bom, havia sempre mais um ou dois) no meu sapato. Naquele tempo era assim: era o nosso sapato que ia para a chaminé, junto do fogão.
Lembro, principalmente, quando eu tinha 4 anos, e o meu presente foi um "chorão", daqueles de braços abertos, cabelos louros, imitando um bebé. Segundo o que a minha mãe contou, eu fiquei de tal maneira contente, que ela teve medo que me acontecesse alguma coisa. Parecia que eu nem respirava de emoção. Mas as coisas ainda não tinham acabado. Ainda havia outra surpresa: um carrinho para passear o "chorão" e aí rebentei. Agarrei-me à minha mãe e disse " A minha mamã é muito minha amiga! Deu-me um chorão e um carrinho! A minha mamã gosta tanto de mim!!" (quantas vezes ouvi a minha mãe a contar esta história...).
E ainda hoje eu tenho esse boneco, vestido com um babygrow que foi do meu filho e gosto de olhar e recordar.
Mas o tempo passou e a verdade veio à tona: não havia Menino Jesus nem Pai Natal e a magia desapareceu.
Na minha casa, não sabíamos quem dava os presentes, não íamos ao Supermercado com os pais comprar os presentes e a magia existia mesmo. Era uma sensação muito boa, que tentei transmitir aos meus filhos enquanto foi possível. E com eles voltou um pouco do Natal que eu conhecera com os meus pais. Nunca houve presentes debaixo da árvore de Natal, duas ou três semanas antes do dia; faziam listas de pedidos, com desenhos, para mandar para o Pai Natal; eram distraídos enquanto o Pai Natal tocava à porta e saia a correr sem realmente ser visto, deixando, então os presentes para cada um. E aí era a alegria total, a falta de ar perante a surpresa dos embrulhos que surgem junto da árvore, o rasgar dos papéis para descobrirem o que lhes era oferecido.
Só que essa magia também desapareceu e agora já cada um escolhe no catálogo do Expresso ou na net, aquilo que querem. E vão aos Centros Comerciais ver o modelo do telemóvel ou do portátil...
E é uma correria desenfreada para comprar, comprar, comprar... (Recuso!
Definitivamente, esta não é a minha época preferida, embora goste de desejar um Bom Natal e Próspero Ano Novo a todos os meus amigos. E desejo mesmo!

domingo, dezembro 14, 2008

Luzinha ao fundo do túnel


A inspiração não tem abundado, talvez porque o trabalho, em proporção inversa, tem sido muito. Testes e mais testes para corrigir e os dias a passarem rapidamente.
Mas tudo bem. As coisas vão sendo feitas e já vejo uma luzita ao fundo do túnel.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Paris

Hoje recebi um email com um PowerPoint sobre Paris e, mais uma vez, viajei virtualmente pela cidade que, por mais que eu visite, nunca me canso de rever as fotos e, se possível, voltar a pisar aquelas ruas, alamedas, avenidas e, sobretudo, subir à Torre Eiffel.
Bom, esta expressão "por mais que visite" é um pouco exagerada, pois, na verdade, só lá estive 3 vezes. Mas se alguma vez voltar a ter a oportunidade, lá vou eu de mala a tiracolo.
Na realidade, para Paris ou para qualquer outro destino. VIAJAR é o meu lema de vida, ainda que difícil de concretizar, por questões económicas. Família de 4 não é fácil.
Mas o que despoletou este poste, além do tal email, foi uma imagem que encontrei num blog e que achei giríssima. Informei o seu "dono" que a guardei e aqui a partilho com quem possa gostar deste tipo de trabalho.


quarta-feira, dezembro 10, 2008

60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos



Apesar de, neste ano, não estar a coordenar, na escola, o Clube Europeu, sinto falta de trabalhar com os miúdos nestes dias tão próprios deste clube.
Este ano estamos a "descansar" e faço parte da equipa da Biblioteca da escola.
De qualquer maneira, queria deixar aqui um pequeno contributo para relembrar este dia tão importante, quando fazem 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Em 1948, numa assembleia Geral das Nações Unidas, foi proclamado o documento composto por 30 artigos que, de uma forma abrangente, visam garantir os direitos a uma vida com dignidade, independentemente de credo, cultura, convicções políticas, etc, a todos os seres humanos. O seu carácter abrangente, tem por finalidade assegurar os direitos civis e sociais dos cidadãos em todo o mundo.


(Rui Felício deixou este comentário, que eu acho que deverá ser colocado neste espaço da mensagem)

Esta Declaração é a magna carta universal das regras de convivência que as actuais civilizações adoptam.

Parecem coisas simples. Parece apenas o enunciado de direitos que hoje em dia nenhuma pessoa civilizada e de bem questiona.

São tão indiscutiveis que podemos ser levados a pensar que o formalismo desta Declaração seria inutil.

Mas a Hitsória mostra-nos o contrário. Até à Segunda Guerra Mundial muitos dos direitos hoje inquestionáveis eram quotidianamente infringidos e as pessoas nem por isso condenavam essas infracções, por tão correntes que eram.

Ainda bem que dos vencedores da Guerra e por causa dela, saiu este consenso de enunciação de direitos. Há males que vêm por bem...

Infelizmente, todos o sabemos, o respeito por esta magna carta ainda está longe de ser completo em muitas regiões do Mundo e mesmo nos Paises ditos civilizados ainda há largas franjas que desrespeitam tais principios universais.

Nunca é demais lutar pela sua aplicação completa e sem restrições em toda a parte!

Rui Felício

terça-feira, dezembro 09, 2008

Dulce Pontes e Andreia Bocelli - O mar e tu

video

Maravilhoso!

(Espero que seja possível ver o vídeo)

AS COISAS BOAS DA VIDA

1. Apaixonar-se.
2. Rir tanto até que as faces doam.
3. Um chuveiro quente num Inverno frio.
4. Um supermercado sem filas nas caixas.
5. Um olhar especial.
6. Receber correio (pode ser electrónico.....)
7. Conduzir numa estrada linda.
8. Ouvir a nossa música preferida no rádio.
9. Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora.
10. Toalhas quentes acabadas de serem engomadas...
11. Encontrar a camisola que se quer em saldo a metade do preço.
12. Batido de chocolate (baunilha ou morango).
13. Uma chamada de longa distância.
14. Um banho de espuma.
15...Rir baixinho.
16. Uma boa conversa.
17. A praia.
18. Encontrar uma nota de 20 euros no casaco pendurado desde o último Inverno.
19. Rir-se de si mesmo.
20. Chamadas à meia-noite que duram horas.
21. Correr entre os jactos de água de um aspersor.
22. Rir por nenhuma razão especial.
23. Alguém que te diz que és o máximo.
24. Rir de uma anedota que vem à memória.
25. Amigos.
26. Ouvir acidentalmente alguém dizer bem de nós.
27. Acordar e verificar que ainda há algumas horas para continuar a dormir.
28. O primeiro beijo (ou mesmo o primeiro com novo parceiro).
29. Fazer novos amigos ou passar o tempo com os velhos.
30. Brincar com um cachorrinho.
31. Haver alguém a mexer-te no cabelo.
32. Belos sonhos.
33. Chocolate quente.
34. Fazer-se à estrada com os amigos.
35. Balancear-se num balancé.
36. Embrulhar presentes sob a árvore de Natal comendo chocolates e bebendo a bebida favorita.
37. Letra de canções na capa do CD para podermos cantá-las sem nos sentirmos estúpidos.
38. Ir a um bom concerto.
39. Trocar um olhar com um belo/a desconhecido/a.
40. Ganhar um jogo renhido.
41. Fazer bolachas de chocolate.
42. Receber de amigos biscoitos feitos em casa.
43. Passar tempo com amigos íntimos.
44. Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos.
45. Andar de mão dada com quem gostamos.
46. Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas
(boas ou más) nunca mudam.

47. Patinar sem cair.
48. Observar o contentamento de alguem que está a abrir um presente que lhe ofereceste.
49. Ver o nascer do sol.
50. Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia.
(in, email)

Talvez eu mudasse a prioridade de alguma das coisas. Talvez, NÃO! Eu mudaria mesmo, mas há aqui coisas deliciosas para se fazer na vida. Pena que não haja grandes possibilidades para o fazer ou a vida não nos permitir que o façamos.

Louis Armstrong - Danny Kaye

segunda-feira, dezembro 08, 2008

"Humilde" is my middle name

Zico

Pior do que partir de fim-de-semana e deixar para trás o quatro patas sentadinho, de orelhas bem espetadas, com aquele ar de "que mal fiz eu, p'ra ficar de castigo?", é chegar a casa e encontrar os canteiros com escavações de quem andou à procura de alguma toupeira, ou montes de "presentes", uns mais sólidos do que outros e ainda os líquidos, que acabam por deixar marcas visíveis e cheiráveis.
É engraçado que todos na família querem ter um cão, mas, depois, o trabalho "pesado" sobra sempre para o mesmo, quer dizer, para a mesma.
O que vale é que eu adoro este canito e vou deixando cair no esquecimento os momentos em que os aspectos escatológicos me tiram do sério. Ainda que a maior incompatibilidade seja entre cão e flores. Aí, as coisas são mais difíceis e só depois de respirar muito fundo e pensar que estava na altura de mudar as minhas plantas, é que consigo olhar de frente pró animalito.
Agora, que já estou aqui sentadinha, olho para aquele focinho "trafulha", aquelas orelhas em riste e só me apetece fazer-lhe festinhas e mais festinhas.
Raio do canito! Tem-nos completamente dependentes e só pensamos como seria triste se o Zico não existisse nas nossas vidas

domingo, dezembro 07, 2008

Havia sardinhas de escabeche


Não foram enguias (como será no dia 13, em Vagos, para os CAVALOS), mas havia sardinhas de escabeche, que estavam uma maravilha!
Este foi o fim de semana do encontro de velhos amigos e, ao mesmo tempo, a celebração do sexagésimo aniversário do nosso amigo António Ramos, da Figueira da Foz.
Só foi pena que o tempo estivesse tão chuvoso..
Não éramos muitos, até porque faltaram alguns que faziam parte do grupo, mas, como se costuma dizer, éramos bons.
E boa foi a sensação de perceber que, apesar de terem passado mais de dez anos, a conversa fluía como se tivéssemos estado todos juntos no Briosa, como dantes fazíamos quase todos os sábados.
A vida encarregou-se de nos separar e cada um foi para seu lado e o contacto ficou suspenso... Mas o António arranjou uma maneira de nos juntar de novo e... foi óptimo!
Conversámos, recordámos tantas coisas, rimos das tantas coisas giras que fizemos pelas ruas do Casino, lembrámos os nossos jantares de aniversário nas tascas junto da Faculdade de Letras... Nem a presença dos filhotes nos fizeram refrear as lembranças e só lamentámos que não estivessem todos.
A partir de agora não nos podemos deixar cair no esquecimento e temos de fazer deste encontro o primeiro de muitos. Há muita coisa boa para viver e para partilhar.



Mas ontem estivemos em Coimbra e foi muito bom andar por aquelas ruas cheias de iluminações natalícias.
E a saudade apertou mais um bocadinho...

video
(se não conseguirem ver à primeira, não desistam)

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Piódão



Está frio e por todo o lado há neve.
Bom, todo o lado, não é bem assim. Na terra onde vivo, nem a neve quer cair...

Há dois meses fui passear por Piódão, uma terrinha que adorei, lá bem no meio das serras.










Aposto que aí, tudo parece um presépio, bem próprio da época que estamos quase a abraçar.

Greve de Professores


Nós representamos os 100% da nossa escola que fechou.

Selo "Blog Simpático"


O Selo Blog Simpático foi oferecido pelo amigo Gilbamar. “Este selo tem como objetivo premiar blogs que considerem simpáticos, ou seja, agradáveis, graciosos e interessantes.”(Ricardo N.)
Regras deste selo criadas pelo autor:
1. Devem repassar este selo a, pelo menos, cinco blogs que considerem simpáticos;
2. Quando repassarem o selo devem incluir no texto um link (referência) para o
post original;
3. Devem continuar a visitar o «
Golfinho Alegre» com freqüência. Repasso este selo para os seguintes blogs amigos:

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Gastrossexual



GASTROSSEXUAL

(adj.) Aquele (homem) que, sendo apaixonado pela gastronomia, seduz cozinhando.

Surge assim a categoria dos gastrossexuais, que teria o seguinte perfil:
  • Homens entre 25 e 44 anos
  • bem-sucedidos e
  • apaixonados por culinária do mundo todo.
Por que cozinham:
  • Como hobby, para se actualizarem.
  • Para serem elogiados, gostam de exibir as habilidades.
  • Para impressionar namoradas ou ainda como arma de sedução.

Que maravilha!!!!!!!

Mas agora pergunto eu: então e as mulheres?
Eu sei que nós não precisamos de ser classificadas e sempre fomos tudo aquilo que agora serve para enaltecer os homens.
Mas por acaso sinto curiosidade.
A mulher, a quem sempre foi impingida a "sabedoria popular" de que é pelo estômago que se apanham os homens, e que sempre fez tudo para ter uma mesa bonita, com os melhores manjares, os doces, os vinhos, as velas... como se chamarão elas? Donas de casa perfeitas? As eficientes? ou... nem me atrevo a completar!
É engraçado como, hoje em dia o homem tem de ser sobrevalorizado por aquilo que a mulher sempre fez. Enquanto que o que a mulher faz é tido como senso comum, como dado adquirido... (rsrsrs...)

Há dias assim




Negros... negros... negros...

sábado, novembro 29, 2008

Não há duas sem três...

Não há duas sem três, como se costuma dizer, e a mim já só me falta a terceira.
Há muitos anos atrás, e acreditem, já lá vão alguns, fui ver o mesmo filme duas vezes seguidas, com amigas diferentes. "GREASE", com John Travolta, era o filme.
Lembro-me perfeitamente, apesar de todo o tempo passado, a sensação boa, agradável, alegre, ao sair do Tivoli (em Coimbra), depois de ver toda aquela dança e ouvir toda a música que me fez vibrar. Apetecia-me dançar pelo passeio até à Portagem.
Pois é, tornou a acontecer, agora com a música dos Abba e com o filme "MAMMA MIA". Com a diferença, agora, que saí do cinema um pouco mais retraída, mais calada, do que quando fui ver na primeira vez. Talvez por estar na cidade onde vivo, me tenha sentido menos à vontade, mas ainda assim, fui cantando baixinho, não fosse incomodar o vizinho do lado. É engraçado, mas não senti muita gente a reagir àquelas cenas que me fizeram rir com vontade (e eu até nem sou pessoa para rir facilmente num filme...) e nem vi, pelo menos à minha volta, alguém a vibrar como eu estava. Eu e a minha amiga Fátima, claro! Estamos sempre nessa, prontas para uma boa música, uma boa dança, um bom convívio. Faltou a Célia, mas disse que já está farta de ouvir o CD e preferiu não repetir a dose do grande écran, para não começar a detestar o que lhe deixou um bom gostinho...
Qual será o terceiro que irei repetir? É que não há duas sem três...

quinta-feira, novembro 27, 2008

Não à Pedofilia!

Uma amiga do Space, a Maria, mais uma das revoltadas pela fantochada que parece ser este interminável "Julgamento da Casa Pia", encontrou uma forma de se manifestar sobre este assunto. Como sou solidária, e eu própria me sinto revoltada por toda esta situação, resolvi divulgar aqui este slide.

Petição - Acenda uma Vela/Petition - Light a Candle

As Manifestações continuam

quarta-feira, novembro 26, 2008

É que era já!!!


Estou a precisar de ver outras terras, falar uma língua diferente, com pessoas de outros países, outras cabeças, outros climas...
Vá, Euromilhões, dá lá uma ajudinha..
Não quero muito. Só o suficiente para dar a volta ao mundo, ir aos cantos mais recônditos, com as paisagens mais naturais e desorganizadas e, se possível, estar uns tempitos de papo para o ar, ao sol quentinho de uma praia...
É que era já!!!

terça-feira, novembro 25, 2008

Dia Internacional para a Eliminação da Violência sobre a Mulher

Uma em cada três mulheres é alvo de violência na sua vida

"Em média, uma mulher em cada três sofre de violência na sua vida, desde espancamentos a relações sexuais impostas ou outras formas de maus-tratos, segundo um relatório do secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, divulgado em Outubro. Hoje é Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres e realizam-se várias manifestações e colóquios em todo o mundo." (in, PÚBLICO, 25.11.2006)




"Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um feito muito maior que o simples fato de respirar. Somente a ardente paciência fará com que conquistemos uma esplêndida felicidade."

Pablo Neruda

E poder-se-ia acrescentar o que foi escrito num dos comentários...

"...morre lentamente o homem que, tresloucado e repugnante, agride uma mulher."
Gilbamar

segunda-feira, novembro 24, 2008

Dia Nacional da Cultura Cientifica


Poema para Galileo, por Rómulo de Carvalho

Hoje é o Dia Nacional da Cultura Cientifica e seria o dia do aniversário de Rómulo de Carvalho, se ainda fosse vivo (1906 - 1997).
Quem não conhece António Gedeão e o seu famoso poema
Lágrima de Preta, lido nas aulas de Português?

Lágrima de Preta

Encontrei uma preta
que estava a chorar
pedi-lhe uma lágrima para analisar.

Recolhi a lágrima
Com todo o cuidado
Num tubo de ensaio
Bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

nem sinais de negro
nem vestígios de ódio,
água (quase tudo)
e cloreto de sódio.




Lágrima de Preta (espero que tenham paciência para não desistir logo na 1ª paragem)

domingo, novembro 23, 2008

Dois amores

Quem sou eu para falar de futebol?
Mas numa situação destas, o coração fica dividido e sem saber para onde tombar ou por quem torcer.
Em minha casa, respira-se Benfica por todos os poros e, claro, eu, que até nem ligo ao dito desporto rei, acabo por dar por mim a vibrar, quando um golo é marcado, ou a sentir um arrepio quando vejo a águia Vitória a sobrevoar toda aquela massa associativa, em dia de jogo na Luz. Além disso, o engraçado é que colegas de escolas parceiras europeias, têm ido à Luz, levados pelo meu marido e têm vibrado com o clube que, também eles, tão bem conhecem no seu país. E não posso esquecer, claro, o Jakob, o nosso filhote alemão, que é um adepto ferrenho do Benfica!
Mas a Académica também tem a sua importância cá em casa. Vivi quase toda a minha vida em Coimbra, pertenci à Associação Académica enquanto estudante da Universidade e o meu marido aprendeu a amar o Clube enquanto esperava os nossos filhos que estavam para nascer, tendo em conta o tempo que estávamos em Coimbra, por essas alturas., o que lhe permitia ir assistindo a jogos no campo da Académica.
Neste momento jogam as duas equipas.
Pois que ganhe o melhor, ou seja, o que consiga marcar mais golos.

sexta-feira, novembro 21, 2008

Canetas


Adoro canetas de tinta permanente!

Desde sempre, quando entrei na escola primária, escrevi com a caneta de tinta permanente que já fora da minha mãe e, até hoje, é a minha marca pessoal na escrita. Gosto do traço esguio, do deslizar da ponta do aparo enquanto a tinta escorre para o papel e gosto de apreciar o resultado final de um texto escrito à mão.

A caneta da minha mãe (a pequenina que aparece à direita) já deve ter mais de 60 anos, tendo em conta os que já passaram desde que está nas minhas mãos e imaginando desde quando ela pertencia à sua primeira dona.
Uma daquelas coisas que eu não esqueci do meu tempo de escola, foi uma vez em que, voltando das aulas, quando, depois de já ter andado dois terços do caminho e pouco faltar para chegar a casa, notei que não tinha a caneta. Bom, voltei para trás e corri tanto, mas tanto, que , apesar de sentir as lágrimas a correr pela cara, cheguei num instante à escola (que por milagre ainda tinha gente) e foi com um alívio enorme que vi a caneta na minha carteira, naquela ranhura que havia para colocarmos as canetas e os lápis.
Infelizmente, e para grande tristeza minha, a caneta já não funciona e nem tem arranjo. Por isso a guardo com todo o carinho. Não só porque gosto de canetas, mas, principalmente, porque é uma recordação muito importante da minha mãe.

Mas o que despoletou todo este texto foi que, ao passar as folhas da revista Única, do Expresso, dei de caras com esta peça de uma edição limitada de Dunhil Sidecar, com o nome de Victorian Fountain, inspirada nos finais dos anos 50.
Não sei se dará para ver e apreciar, mas o aparo trabalhado é uma maravilha e a simplicidade do corpo da caneta, torna-a, na minha opinião, numa peça lindíssima.
Tenho, na minha pequeníssima colecção, algumas canetas bonitas, outras que, coitadas, não têm gracinha nenhuma, mas, de vez em quando, gosto de abrir as gavetas e escolher uma, colocar-lhe dentro um recarga (até nisso os tempos tiraram a graça que é carregar uma caneta, mergulhando-a num tinteiro Pelikan...) e levá-la para a escola, para escrever os sumários no livro de ponto. Por vezes, há algum aluno mais observador, que exclama logo "A professora hoje traz uma caneta nova!", e, quase sempre, numa das aulas seguintes, aparece mais uma caneta de tinta permanente, comprada na papelaria da escola...

quinta-feira, novembro 20, 2008

War and Peace





Hoje o dia não foi fácil, mas, como já disse anteriormente, não quero que este espaço se torne no muro das lamentações.

Nas minhas deambulações nocturnas pela net, encontrei esta reprodução de Picasso e é engraçado que senti uma calma interior ao olhar para a imagem. O que, de certo modo, foi muito bom para os turbilhões que se faziam sentir no meu espírito.



War and Peace, Pablo Picasso

quarta-feira, novembro 19, 2008

Poesia Poliglota

A linguagem per le innamuratti,

is talking avec le coeur...

Se no hablan the same idioma...

Ça suffis parlare con le mani...

Para se amar really, really,

chi bisogna seulement

que se tenga much love nel cuore...

Per bacciare... no se habla

nadica de nada...

les bouches sont grudadinhas...

The kiss c'est vraiment

internazionale... nada se habla...

Donc, it's not necessaire

se cappire las cosas que pensamos...

Doppo, cuando esteamos in the bedroom,

sur le lit d'amore... Falar prá que?

Chi bisogne just action...

Se trabaja avec the hands,

perche perdre temps hablando...

Facciamo l'amore... is the best...

D'accord my honey?

Entonces, mi amorcito, my love,

mio amore, ma douce cherie,

vamos botá prá quebrá...Ok?


Marcial Salaverry