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quinta-feira, setembro 26, 2013

Até sempre, Abílio

Quando alguém desaparece de repente, é um choque!
No entanto, a recordação fica e a presença é constante. Nunca esquecemos quem nos cativou... (25.09.2013)

domingo, maio 31, 2009

Praça dos Açores, Coimbra


[Por Carlos Oliveira]

Esta era uma das pracetas que eu tinha de passar quando ia para o Liceu Infanta Dona Maria, em Coimbra.
Na altura, era quase só "mato" e eu não tinha autorização para ir por lá. Não por causa dos namorados que por lá poisavam, mas simplesmente porque, na altura, os meus pais achavam que eu ia dar uma volta desnecessária e, pelo outro lado, pela ladeira, sempre ia direitinha ao cruzamento que tinha sempre um polícia para nos atravessar. Só que o ir pela praceta era muito mais emocionante e dava para encontrar as minhas amigas da Rua de Angola, que, apesar de serem minhas vizinhas na Daniel de Matos, ficavam muitas vezes em casa dos avós, na outra rua do Bairro.
Fico bem contente ao ver como ficou bonita a Praça dos Açores e espero que, muitas crianças, tirem proveito do que lhes é oferecido naquele espaço para brincar.
Resta saber qual será o novo nome da Praça...
(...)
Fiquei a saber que o Parque Infantil se chamará "Encontro de Gerações".
BOA!!!

quarta-feira, novembro 05, 2008

O Bairro em Coimbra

Um dos blogs que estou a seguir, diariamente, é o CAVALO SELVAGEM, de um grupo de pessoas que, ao fim destes anos todos, ainda conseguem encontrar-se num espaço como este, para partilharem vivências da sua juventude, num bairro de Coimbra. Mas não se encontram apenas nas palavras que escrevem ou nas fotos que vão descobrindo nos seus álbuns; também conseguem manter um espírito que os leva a juntarem-se em pequenos e grandes encontros, como foi o de 18 de Outubro, no Centro de Recreio.
Afinal, qual é a razão por que eu me sinto ligada a esse pessoal (sim, é um grupo enorme e há sempre alguém que vai aparecendo para engrossar este grupo de velhos amigos)?
Bom, muito simplesmente porque, a 160km da cidade dos estudantes, são eles que me fazem recordar coisas da minha meninice e juventude, desde os 5 anos até aos 25, idade com que deixei Coimbra para conhecer o Alentejo, onde comecei a trabalhar e onde ainda vivo hoje, com família e amigos.
Quando leio o que escrevem e recordam, volto a calcorrear espaços por onde passei para ir para a escola do Magistério Primário ou para o Liceu Infanta Dª Maria, como era a Praça dos Açores, por onde a minha mãe nunca queri
a que eu fosse... Volto à Praça Ilha da Madeira onde morava uma das minhas melhores amigas, a Milú... Revejo a casa da minha tia na Rua de Angola...
Não os conheço pessoalmente, mas sei qu
e todos frequentámos o Samambaia para a bica e momentos com amigos. Eu sou um bocadito mais nova, por isso, naquele tempo, talvez pertencesse ao grupo dos jovens que gargalhavam no meio do café. Lembro que, por vezes, éramos um grupo, bem no meio da sala, ocupando 3 ou 4 mesas. Noutras vezes, só estava eu e a minha amiga Manuela Branquinho, e sentávamos junto à parede, numa mesa estratégica para ver quem entrava. Comecei a ir ao café quando já estava no Propedeutico, e gostava imenso daqueles momentos de convívio. Por isso, algumas das caras que vejo nas fotos do CAVALO SELVAGEM, não me são completamente desconhecidas, embora não possa associar nomes nem situações.
Aliás, eu não morava no Bairro, propriamente dito. Morava na Rua Dr. Daniel de Matos, por cima da retrosaria da Dª Celeste e do Sr Lemos, que, por acaso, eram os meus pais. Talvez as mães de alguns dos Cavalos tenham feito compras na loja da minha mãe, ou, quem sabe, talvez tenham ido tirar/revelar fotografias
no fotógrafo que era logo ao lado...


Para já, não posso deixar de agradecer ao meu amigo da Figueira da Foz, o António Ramos e à sua companheira, Maria João, por me terem falado do blog. E não quero ,também, deixar de agradecer as visitas e comentários, feitos por "cavalos" neste blog, bem como os emails que tenho recebido, mostrando que, de certo modo, eu também pertenço ao "Bairro".