Mostrar mensagens com a etiqueta Tristeza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tristeza. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, setembro 26, 2013

Até sempre, Abílio

Quando alguém desaparece de repente, é um choque!
No entanto, a recordação fica e a presença é constante. Nunca esquecemos quem nos cativou... (25.09.2013)

domingo, setembro 30, 2012

Nem damos conta!




Deixamos os dias passarem demasiadamente depressa e sem darmos conta... Perdemos tanto do nosso tempo, com coisas que não interessam nada. E, de repente, chegamos ao fim da linha sem nos apercebermos ... e com tantas coisas ainda por fazer...

Vivamos, intensamente, um dia de cada vez!!

Descansa em PAZ, Filipe!


segunda-feira, novembro 21, 2011

É a hora!

Descansa em Paz, Cóias!

É a hora do meu grito rouco ao vento.
É a hora da minha alma desprendida.
É a hora de me expor ao julgamento.
É a hora de meu adeus a esta vida!


É a hora de dizer toda a verdade.
É a hora de a dizer a toda a gente.
É a hora da minha eternidade.
É a hora de dizer: - Senhor - Presente!


Uma outra vida em luz silente,
Se abre para mim, à minha frente,
Eterna e infinita, num abraço;


Como se a luz do Paraíso docemente
Me iluminasse por dentro de repente
E eu despertasse para a Vida noutro espaço!


                                                                      Raul Cóias Dias

domingo, novembro 20, 2011

Há mais uma estrela lá no alto...


Revelação

Curvo-me sobre mim e comovido,
Registo o pensamento no papel,
E as palavras revelam-me o sentido,
Do meu destino, doces como mel.


Tudo quanto aqui tenho vivido
Sonhos, alegrias, lágrimas de fel,
Não passa de um milagre repetido,
Sem que Quem o fez, se me revele.


Mas descubro estas pequenas maravilhas,
Versos de uma ternura branda e singular,
Como o sabor dos beijos das minhas filhas,
Ou da suave mansidão das ilhas,
Em noites, de muito amor e de luar.
E vejo então que és tu, Senhor, e brilhas!

Um poema de Raúl Cóias, desaparecido a 20/11/2011 (aqui)

Desapareceu uma pessoa de muito valor, com uma cultura inimaginável, amável, respeitador, talvez incompreendido por alguns, amado e respeitado por outros...
- Descansa, Colega Cóias.



sexta-feira, julho 30, 2010

António Feio morreu.


Devia ser proibido sofrer tanto para se ter um desfecho destes.

quinta-feira, março 11, 2010

Estou cansada

DSC07519




Estou cansada!

Sinto-me cansada!

Física e psicologicamente.

quinta-feira, março 04, 2010

Um anjo no Céu


Tinha 12 anos e tinha medo
E tinha um pesadelo
E um pântano no olhar
E o corpo numa grade
E a alma numa cela
E o sonho de um rio
Onde o medo se afogasse.
Tinha doze anos e uma escola
Que lhe ceifava as asas
E o fechava nesse medo
Que tinha e tinha doze anos!
"Tão jovem! Que jovem era?
Agora que idade tem?"
Chamava-se Leandro e era pequenino
Com um pavor tão grande
Que se abraçou às águas
No rio triste que o acolheu
Para o libertar do pântano
Onde o medo lhe tolhia
O respirar de cada dia.
E voou...
Que céu te acolhe, Leandro?
Que escola te matou?