Deixamos os dias passarem demasiadamente depressa e sem darmos conta... Perdemos tanto do nosso tempo, com coisas que não interessam nada. E, de repente, chegamos ao fim da linha sem nos apercebermos ... e com tantas coisas ainda por fazer...
Curvo-me sobre mim e comovido, Registo o pensamento no papel, E as palavras revelam-me o sentido, Do meu destino, doces como mel.
Tudo quanto aqui tenho vivido Sonhos, alegrias, lágrimas de fel, Não passa de um milagre repetido, Sem que Quem o fez, se me revele.
Mas descubro estas pequenas maravilhas, Versos de uma ternura branda e singular, Como o sabor dos beijos das minhas filhas, Ou da suave mansidão das ilhas, Em noites, de muito amor e de luar. E vejo então que és tu, Senhor, e brilhas!
Um poema de Raúl Cóias, desaparecido a 20/11/2011 (aqui)
Desapareceu uma pessoa de muito valor, com uma cultura inimaginável, amável, respeitador, talvez incompreendido por alguns, amado e respeitado por outros... - Descansa, Colega Cóias.
Pessoa de palavras simples, com desejos simples, mas uma grande vontade de viver. Um pouco saudosista, talvez...
Gostos? Adoro viajar e o meu hobby principal é fotografia. Ah! E um cálice de Vinho do Porto...
Somos mulheres maduras, mas recusamo-nos a ser velhas e a ver o mundo passar ao nosso lado. Continuamos a querer viver a vida, passear, conhecer coisas novas, aprender e ensinar, aproveitar os dias de primavera e de Outono! Nem que seja de bengalinha! (Rosa Martins & Teresa Diniz)
Isto é mesmo o que gosto fazer: viajar e fotografar!!!