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domingo, maio 12, 2013
domingo, abril 28, 2013
Trintões das Línguas
Já se passaram 30 anos (uma vida) desde que terminei o curso que me abriu as portas para o que sou hoje: Professora.
No entanto, há tantas recordações que continuam presentes e as saudades da cidade onde vivi e estudei são muitas.
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domingo, junho 10, 2012
21ª Feira Medieval em Coimbra, 2012
Estamos na maré das Feiras Medievais...
Há menos de um mês, em Avis, encontrei alguns dos participantes que vejo nestas fotos.
Talvez por estarem num espaço mais limitado (em Avis, os participantes espalham-se pela parte antiga da vila, dentro das muralhas), parece haver uma maior e melhor perceção do que seria o movimento duma feira medieval daqueles tempos... Além da presença da Sé Velha, claro!!! (Ver mais aqui: facebook)
sexta-feira, novembro 04, 2011
3º Aniversário Encontro de Gerações 2011
Este ano também fui ao 3º Encontro de Gerações dos "meninos e das meninas" do Bairro Norton de Matos, em Coimbra, e foi muito bom!
Como é o terceiro, fica implícito que já tenha havido, anteriormente, os outros dois (grande conclusão!!), aos quais eu não fui. Só que desta vez lá consegui reunir-me àquele pessoal que me habituei a ver passar, já bem crescidinho, alguns dos quais me conheceram quando eu era apenas uma miúda.
Acho que já entrei na fase das recordações (será sinal de... ná!) e gosto de os ouvir falar de um ou de outro, do tempo em que também eram raparigas ou rapazes que faziam tropelias nas ruas do nosso bairro.
Já anteriormente falei de como me sinto integrada neste grupo (aqui), ainda que eu seja de uma das pontas do bairro e, tal como dizem o Alfredo Mourinhas e o Tó Ferrão, nem tenham sido decididos os limites para aquilo que é, realmente, considerado o Bairro.
Não foi apenas o almoço, que aconteceu numa quinta com um espaço calmo e inspirador, mas foram também todas as participações artísticas e os reencontros com pessoas que me fizeram recuar no tempo.
Foi muito bom!!!
Foi muito bom!!!
[Fotos de alguns momentos]
[Breve História dos Gec,s]
[ Coimbra tem mais Encanto... no Encontro de Gerações 2011]
Os dois últimos vídeos mostram a emoção que sentia enquanto tentava segurar a máquina fotográfica... mas dá para ter uma ideia do que se passou neste encontro.
domingo, outubro 24, 2010
Estudantina = Recordações
Hoje andei a recordar, ainda que com vídeos recentes.
Eis alguns dos "velhinhos" que consegui capturar nos outros vídeos:


Isto do Facebook, com tudo o que de mau possa trazer, é um mundo e tudo é possível encontrar. Como se costuma dizer, se há, está na internet e é bem verdade.
Hoje, com tanto que tenho para fazer, andei pelo YouTube a ouvir os vídeos da Estudantina e a recordar o que foram os meus últimos anos na Universidade de Coimbra, enquanto participante da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra.
Claro que, quando havia atuações por esse país fora... as meninas da dança faziam parte da assistência quando a Estudantina e a Orxestra Pitagórica atuavam. Infelizmente os tempos eram outros e devem ser pouquíssimos os registos desses momentos. Por isso, ando sempre na pesquisa e resolvi partilhar aqui este vídeo de uma das músicas mais bonitas e minha preferida.
Confesso que a voz do Vicente... era a voz do Vicente, mas é muito bom recordar, principalmente, tendo a possibilidade de rever alguns dos "velhinhos" escondidos lá atrás, daqueles que em 1984 ou 85 (se não estou em erro), fizeram reviver um dos melhores grupos da canção dos estudantes.


domingo, maio 09, 2010
Queima das Fitas em Coimbra
domingo, abril 25, 2010
Coimbra - Centenário dos Grandes Armazéns do Chiado

Era o Centenário dos Armazéns do Chiado e, por toda a "baixa" da cidade havia personagens representando o que era a vida naquela altura.
Gostei imenso e digo que todos "vestiram" perfeitamente a pele da personagem que representavam, incluindo um bebé lindo e sereno...
(também no GRECO.KAMUK)
[Fotos de rua]
domingo, abril 11, 2010
Interrupção lectiva chegou ao fim
Como tudo o que é bom (e o que é mau também!), a interrupção lectiva da Páscoa chegou ao fim e amanhã começa o terceiro período escolar. Tudo bem!

Desta vez não fiquei em casa, encontrei amigas de longa data e fui até Coimbra, matar um pouco da saudade da terra onde cresci.
O tempo esteve bom e andámos pelas ruas da cidade, como se de turistas nos tratássemos: câmara na mão, entrámos no renovado Mercado D. Pedro V, vimos uma exposição sobre a Igreja de Stª Cruz de há muiiiitos anos atrás, revimos a própria igreja.
E, claro, andámos pelas Docas, um lugar lindíssimo, jovem, alegre, verde, concorrido...
Ah! E não podia faltar a Figueira da Foz!
O mar... a praia... mas também o pouco sol que tivemos nesse dia, para nosso azar.
Amanhã é tempo de recomeçar e só desejo que o espírito esteja bem aberto a tudo o que é preciso enfrentar.
Desta vez não fiquei em casa, encontrei amigas de longa data e fui até Coimbra, matar um pouco da saudade da terra onde cresci.
O tempo esteve bom e andámos pelas ruas da cidade, como se de turistas nos tratássemos: câmara na mão, entrámos no renovado Mercado D. Pedro V, vimos uma exposição sobre a Igreja de Stª Cruz de há muiiiitos anos atrás, revimos a própria igreja.
E, claro, andámos pelas Docas, um lugar lindíssimo, jovem, alegre, verde, concorrido...
Ah! E não podia faltar a Figueira da Foz!
O mar... a praia... mas também o pouco sol que tivemos nesse dia, para nosso azar.
Amanhã é tempo de recomeçar e só desejo que o espírito esteja bem aberto a tudo o que é preciso enfrentar.
terça-feira, fevereiro 23, 2010
COIMBRA - Estudantina Universitária de Coimbra
Já se sabe que o Blog dos Cavalo Selvagem é o meu ponto de encontro com Coimbra, a cidade onde cresci e estudei, e foi ao passar por lá que, mais uma vez, a nostalgia e a saudade se instalou no meu coração. Bastou ouvir e ver o vídeo da Estudantina, e a lagrimita teimou em rolar.
Muitas vezes, em encontros com amigos, a conversa cai nos nossos tempos de estudantes e, claro, as reacções diferem quando se fala em espírito estudantil, na amizade que se cria com colegas das diversas faculdades e, nem sempre, quem estudou em Lisboa, compreende o que é ter sido estudante em Coimbra.
Não há nada igual!
Talvez pelo tamanho da cidade; da facilidade com que as pessoas se encontram a qualquer hora do dia; pelo espírito que se sente impregnado em cada pedra da calçada e em cada muro ou parede das casas que presenciam, ano após ano, ao desfilar dos estudantes que chegam, deixando as casas dos pais, para começarem uma nova vida, até que, de novo, partem para as suas terras ou para as suas novas vidas, agora profissionalmente falando.
Mas o "bichinho" fica lá, e Coimbra será um sussurro permanente, como uma presença que se fará sentir SEMPRE. Quem não conhece a frase do fado que diz "Coimbra tem mais encanto, na hora da despedida"?
A Estudantina fez parte da minha vida de estudante, nos dois últimos anos, quando pertenci à Secção de Fado e dancei no rancho. Foi no tempo em que o Quim Reis (filho do famoso fazedor de caricaturas para os livros de curso) "chefiava" a trupe toda, o que incluía a Estudantina, a Orxestra Pitagórica e tudo o que se relacionava com a dita Secção de Fado da Associação Académica. Nesses anos, a voz da Estudantina, o galã, era o Vicente, mas todo o grupo era uma maravilha e a música que se ouve neste vídeo é do CD "Estudantina Passa", que vale a pena ouvir. Que pena não haver o YouTube nessa altura...
As saídas da Secção de Fado eram uma alegria. Lembro que foi numa delas, que aprendi a gostar de caracóis com uma cervejinha bem fresca; noutra, assisti a todas as actuações dos grupos, em Póvoa do Lanhoso, onde as pessoas, apesar de gostarem muito de tudo e nos receberem lindamente, não bateram uma única palma, talvez influenciados pelo Fado de Coimbra, em que não se bate palmas, mas se tosse ligeiramente no final de cada actuação.
Eu participava nas Danças de Coimbra, vulgarmente chamado Rancho, e como era boa a sensação de dançar o Vira de Coimbra, apesar do cansaço natural no final. Que maravilha e que saudades...

Nessa altura, tirar fotografias era um luxo e não tenho quase nenhumas.
Fui buscar esta ao álbum, duma saída a Salamanca (Abril - 1981), onde, por coincidência, fui encontrar um casal do Bairro, a Elsa e o Sílvio, que lá viviam. Como dá para ver, éramos mais que muitos (ainda faltam os que estavam na camioneta) e, claro, a alegria imperava a toda a hora e por todo o lado. Neste grupo, há gente da Estudantina, da Orxestra Pitagórica, do Grupo de Fados e das Danças.
Será que alguém se reconhece aqui? Seria giro, ao fim destes anos todos...
[Salamanca, 1981]
terça-feira, setembro 22, 2009
Ainda as coincidências do 22

E 22 continua a ser o NOSSO número:
Hoje a minha filhota "voou" do ninho e fez a sua saída de casa, para ir para Coimbra.
Hoje, 22 de Setembro, fez a viagem para o início da sua nova vida. Que seja muito feliz e consiga realizar todos os seus sonhos.
Por coincidência, eu, mãe, deixei Coimbra para vir para Ponte de Sor.
A Sofia, filha, deixou Ponte de Sor para ir para Coimbra.
quinta-feira, agosto 20, 2009
Santa Clara-a-Velha de Coimbra - Coro dos Antigos Orfeonistas
Graças ao Cavalo Selvagem, pude ver este vídeo e reviver, tanto a interpretação do Coro, como o espaço maravilhoso em que este momento aconteceu, o Convento de Santa Clara-a-Velha, muitíssimo bem recuperado e onde eu aconselho a visita.
Além da minha paixão por Coimbra, a cidade que me viu crescer, este meu poste é igualmente o meu tributo a um querido amigo, precocemente desaparecido já há uns anos, e que fez parte do Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra: João Manuel Fróis Robalo.
segunda-feira, maio 04, 2009
Coimbra

Neste fim-de-semana prolongado fomos a Coimbra. A Queima das Fitas é sempre uma referência para quem viveu e/ou estudou na cidade dos estudantes e eu não saio à regra.
Foram 3 dias bastante educativos.
Visitámos a Feira do Livro, andámos pelas ruas da cidade, vendo como a nossa juventude vive os seus festejos e, entre outros afa
zeres, decidimos que, finalmente, iríamos tentar visitar o Convento de Stª Clara-a-Velha, recentemente recuperado, após tantos anos de tentativas.
Adorámos!
É impressionante, para quem conheceu aquele monumento enterrado até quase metade da sua altura, em terra e água, ver como está agora e imaginar o trabalho feito para se conseguir ter um convento tão bonito. Aliás, não é preciso puxar muito pela imaginação, porque, além do Museu com as peças encontradas nas escavações e que retrata tão bem a vida das freiras, também existe um espaço onde o visitante pode visionar um filme sobre tudo o que foi feito. E são uns minutos muito bem empregues! Apenas há um "senão". A dificuldade com as pessoas se deparam para encontrar a entrada para as ruínas. Foram várias as pessoas que, ao nos verem lá dentro, nos gritaram a perguntar como lá entrarem. É perfeitamente ridículo o que se passa naquele espaço, com tantos visitantes e não haver uma só placa a indicar a entrada do museu e das ruínas.
Mas houve outra coisa igualmente agradável: finalmente fui tomar a bica ao Samambaia, no domingo, com algumas das pessoas do Cavalo Selvagem. Como já imaginava, os minutos foram passando entre recordações do Bairro e notícias das Rotas ou de novas combinações. O Janeca tirou as fotos para perpetuar o momento.



Foram 3 dias bastante educativos.
Visitámos a Feira do Livro, andámos pelas ruas da cidade, vendo como a nossa juventude vive os seus festejos e, entre outros afa
zeres, decidimos que, finalmente, iríamos tentar visitar o Convento de Stª Clara-a-Velha, recentemente recuperado, após tantos anos de tentativas.Adorámos!
É impressionante, para quem conheceu aquele monumento enterrado até quase metade da sua altura, em terra e água, ver como está agora e imaginar o trabalho feito para se conseguir ter um convento tão bonito. Aliás, não é preciso puxar muito pela imaginação, porque, além do Museu com as peças encontradas nas escavações e que retrata tão bem a vida das freiras, também existe um espaço onde o visitante pode visionar um filme sobre tudo o que foi feito. E são uns minutos muito bem empregues! Apenas há um "senão". A dificuldade com as pessoas se deparam para encontrar a entrada para as ruínas. Foram várias as pessoas que, ao nos verem lá dentro, nos gritaram a perguntar como lá entrarem. É perfeitamente ridículo o que se passa naquele espaço, com tantos visitantes e não haver uma só placa a indicar a entrada do museu e das ruínas.
Mas houve outra coisa igualmente agradável: finalmente fui tomar a bica ao Samambaia, no domingo, com algumas das pessoas do Cavalo Selvagem. Como já imaginava, os minutos foram passando entre recordações do Bairro e notícias das Rotas ou de novas combinações. O Janeca tirou as fotos para perpetuar o momento.


sábado, março 07, 2009
Rota da Lampreia

Finalmente chegou o dia e lá fomos para Coimbra.
Eu ia cheia de entusiasmo, o Rafael um pouco menos, mas é compreensível: não conhecia ninguém, estudou em Lisboa. Coimbra, ainda que já esteja enraizada nele, bem como a Académica, apenas entrou no seu universo há cerca de 20 anos, quando as coisas se tornaram sérias entre nós. Só que, felizmente ,é uma pessoa que sempre me acompanhou nos meandros por onde andei e, por isso, não foi sacrifício acompanhar-me... mais uma vez.
Quem me conhece, sabe, perfeitamente, que não foi a lampreia, nem o cabrito ou a chanfana, que me levaram ao encontro, mas a possibilidade de conhecer o pessoal que faz parte do blog Cavalo Selvagem, alguns dos quais, como já disse anteriormente, conhecia do meu tempo de meninice e juventude e das mesas do Samambaia
.
O grupo era enorme e a alegria de se reencontrarem transbordava pelo ar.
No início ia um pouco tremeliques. Não conhecia pessoalmente ninguém, mas logo houve quem me reconhecesse e daqui e dali ouvia-se "Tu és a Romicas?", e rapidamente comecei a sentir-me mais à vontade.
O almoço decorreu num ambiente formidável, de alegria pelo reencontro de pessoas que voltam a ver-se, depois de muitos anos de silêncio e afastamento. E foi giríssimo ouvir as histórias incríveis, que uns e outros iam contando, incluindo este ou aquele nas suas aventuras de juventude. Além de, claro, não poder esquecer a alegria contagiante e permanente do Tó Ferrão que, desculpem, deve usar pilhas Duracell. Tem uma vivacidade... E mais não conto! Fica no segredo de quem lá esteve... (A propósito, o Rafael acha que ele tem razão, pois também já se rendeu à causa das Sloggy, que considera ser mais macias e suaves!)
E, claro, não podia deixar de fazer referência ao encontro com a minha professora de Educação Física, Gina Faustino, que iria reconhecer em qualquer lado. Continua com a mesma expressão no olhar. E também o Rui Felício, que, tão amavelmente, vai passando por aqui, deixando a sua marca inconfundível nas palavras que escreve. E não esquecendo do Alfredo e da Daisy, com as histórias das sua viagens e das maravilhosas fotografias e flores; o Quito e a mulher que têm a melhor farmácia de... (mil desculpas, que não me lembro!); O velho Apache que ganhou a camisola do Vitor Gamito, oferecida pelo Falcão; e tantos outros que agora já vou ligando as caras aos nomes.
Coimbra tornou-se muito mais presente desde que visito o blog dos Cavalos e dos Apaches e fico bem feliz por ser do Bairro e poder pertencer a um grupo de gente que não se deixa abater por nada e continua a gerar vivências boas, como esta em que participei hoje.
Bem hajam!

Eu ia cheia de entusiasmo, o Rafael um pouco menos, mas é compreensível: não conhecia ninguém, estudou em Lisboa. Coimbra, ainda que já esteja enraizada nele, bem como a Académica, apenas entrou no seu universo há cerca de 20 anos, quando as coisas se tornaram sérias entre nós. Só que, felizmente ,é uma pessoa que sempre me acompanhou nos meandros por onde andei e, por isso, não foi sacrifício acompanhar-me... mais uma vez.
Quem me conhece, sabe, perfeitamente, que não foi a lampreia, nem o cabrito ou a chanfana, que me levaram ao encontro, mas a possibilidade de conhecer o pessoal que faz parte do blog Cavalo Selvagem, alguns dos quais, como já disse anteriormente, conhecia do meu tempo de meninice e juventude e das mesas do Samambaia
.O grupo era enorme e a alegria de se reencontrarem transbordava pelo ar.
No início ia um pouco tremeliques. Não conhecia pessoalmente ninguém, mas logo houve quem me reconhecesse e daqui e dali ouvia-se "Tu és a Romicas?", e rapidamente comecei a sentir-me mais à vontade.
O almoço decorreu num ambiente formidável, de alegria pelo reencontro de pessoas que voltam a ver-se, depois de muitos anos de silêncio e afastamento. E foi giríssimo ouvir as histórias incríveis, que uns e outros iam contando, incluindo este ou aquele nas suas aventuras de juventude. Além de, claro, não poder esquecer a alegria contagiante e permanente do Tó Ferrão que, desculpem, deve usar pilhas Duracell. Tem uma vivacidade... E mais não conto! Fica no segredo de quem lá esteve... (A propósito, o Rafael acha que ele tem razão, pois também já se rendeu à causa das Sloggy, que considera ser mais macias e suaves!)
E, claro, não podia deixar de fazer referência ao encontro com a minha professora de Educação Física, Gina Faustino, que iria reconhecer em qualquer lado. Continua com a mesma expressão no olhar. E também o Rui Felício, que, tão amavelmente, vai passando por aqui, deixando a sua marca inconfundível nas palavras que escreve. E não esquecendo do Alfredo e da Daisy, com as histórias das sua viagens e das maravilhosas fotografias e flores; o Quito e a mulher que têm a melhor farmácia de... (mil desculpas, que não me lembro!); O velho Apache que ganhou a camisola do Vitor Gamito, oferecida pelo Falcão; e tantos outros que agora já vou ligando as caras aos nomes.
Coimbra tornou-se muito mais presente desde que visito o blog dos Cavalos e dos Apaches e fico bem feliz por ser do Bairro e poder pertencer a um grupo de gente que não se deixa abater por nada e continua a gerar vivências boas, como esta em que participei hoje.
Bem hajam!

quinta-feira, novembro 06, 2008
Coimbra
Nunca Coimbra esteve tão próxima como agora, estando eu tão longe.
AMAR EM COIMBRA
AMAR EM COIMBRA
Noutros tempos se diz que alguém contou
Que em Coimbra de amores se perdeu,
E de novo se perdeu quando voltou
E esses amores longínquos reviveu.
Noutros tempos se diz que alguém sonhou…
Que uma tricana linda o rio desceu…
E que ao revê-la outra vez a amou,
E que esse amor o fogo reacendeu.
De novo se encontraram, enfeitiçados
Olhos nos olhos, dedos enlaçados
Numa suave dança que a paixão inflama
E inunda os corações de felicidade…
Morre-se de amores em qualquer cidade!
Mas em Coimbra só vive quem muito ama!
Rui Felício
02-11-2008
quarta-feira, novembro 05, 2008
O Bairro em Coimbra
Um dos blogs que estou a seguir, diariamente, é o CAVALO SELVAGEM, de um grupo de pessoas que, ao fim destes anos todos, ainda conseguem encontrar-se num espaço como este, para partilharem vivências da sua juventude, num bairro de Coimbra. Mas não se encontram apenas nas palavras que escrevem ou nas fotos que vão descobrindo nos seus álbuns; também conseguem manter um espírito que os leva a juntarem-se em pequenos e grandes encontros, como foi o de 18 de Outubro, no Centro de Recreio.
Afinal, qual é a razão por que eu me sinto ligada a esse pessoal (sim, é um grupo enorme e há sempre alguém que vai aparecendo para engrossar este grupo de velhos amigos)?
Bom, muito simplesmente porque, a 160km da cidade dos estudantes, são eles que me fazem recordar coisas da minha meninice e juventude, desde os 5 anos até aos 25, idade com que deixei Coimbra para conhecer o Alentejo, onde comecei a trabalhar e onde ainda vivo hoje, com família e amigos.
Quando leio o que escrevem e recordam, volto a calcorrear espaços por onde passei para ir para a escola do Magistério Primário ou para o Liceu Infanta Dª Maria, como era a Praça dos Açores, por onde a minha mãe nunca queria que eu fosse... Volto à Praça Ilha da Madeira onde morava uma das minhas melhores amigas, a Milú... Revejo a casa da minha tia na Rua de Angola...
Não os conheço pessoalmente, mas sei que todos frequentámos o Samambaia para a bica e momentos com amigos. Eu sou um bocadito mais nova, por isso, naquele tempo, talvez pertencesse ao grupo dos jovens que gargalhavam no meio do café. Lembro que, por vezes, éramos um grupo, bem no meio da sala, ocupando 3 ou 4 mesas. Noutras vezes, só estava eu e a minha amiga Manuela Branquinho, e sentávamos junto à parede, numa mesa estratégica para ver quem entrava. Comecei a ir ao café quando já estava no Propedeutico, e gostava imenso daqueles momentos de convívio. Por isso, algumas das caras que vejo nas fotos do CAVALO SELVAGEM, não me são completamente desconhecidas, embora não possa associar nomes nem situações.
Aliás, eu não morava no Bairro, propriamente dito. Morava na Rua Dr. Daniel de Matos, por cima da retrosaria da Dª Celeste e do Sr Lemos, que, por acaso, eram os meus pais. Talvez as mães de alguns dos Cavalos tenham feito compras na loja da minha mãe, ou, quem sabe, talvez tenham ido tirar/revelar fotografias no fotógrafo que era logo ao lado...

Para já, não posso deixar de agradecer ao meu amigo da Figueira da Foz, o António Ramos e à sua companheira, Maria João, por me terem falado do blog. E não quero ,também, deixar de agradecer as visitas e comentários, feitos por "cavalos" neste blog, bem como os emails que tenho recebido, mostrando que, de certo modo, eu também pertenço ao "Bairro".
Afinal, qual é a razão por que eu me sinto ligada a esse pessoal (sim, é um grupo enorme e há sempre alguém que vai aparecendo para engrossar este grupo de velhos amigos)?
Bom, muito simplesmente porque, a 160km da cidade dos estudantes, são eles que me fazem recordar coisas da minha meninice e juventude, desde os 5 anos até aos 25, idade com que deixei Coimbra para conhecer o Alentejo, onde comecei a trabalhar e onde ainda vivo hoje, com família e amigos.
Quando leio o que escrevem e recordam, volto a calcorrear espaços por onde passei para ir para a escola do Magistério Primário ou para o Liceu Infanta Dª Maria, como era a Praça dos Açores, por onde a minha mãe nunca queria que eu fosse... Volto à Praça Ilha da Madeira onde morava uma das minhas melhores amigas, a Milú... Revejo a casa da minha tia na Rua de Angola...
Não os conheço pessoalmente, mas sei que todos frequentámos o Samambaia para a bica e momentos com amigos. Eu sou um bocadito mais nova, por isso, naquele tempo, talvez pertencesse ao grupo dos jovens que gargalhavam no meio do café. Lembro que, por vezes, éramos um grupo, bem no meio da sala, ocupando 3 ou 4 mesas. Noutras vezes, só estava eu e a minha amiga Manuela Branquinho, e sentávamos junto à parede, numa mesa estratégica para ver quem entrava. Comecei a ir ao café quando já estava no Propedeutico, e gostava imenso daqueles momentos de convívio. Por isso, algumas das caras que vejo nas fotos do CAVALO SELVAGEM, não me são completamente desconhecidas, embora não possa associar nomes nem situações.
Aliás, eu não morava no Bairro, propriamente dito. Morava na Rua Dr. Daniel de Matos, por cima da retrosaria da Dª Celeste e do Sr Lemos, que, por acaso, eram os meus pais. Talvez as mães de alguns dos Cavalos tenham feito compras na loja da minha mãe, ou, quem sabe, talvez tenham ido tirar/revelar fotografias no fotógrafo que era logo ao lado...

Para já, não posso deixar de agradecer ao meu amigo da Figueira da Foz, o António Ramos e à sua companheira, Maria João, por me terem falado do blog. E não quero ,também, deixar de agradecer as visitas e comentários, feitos por "cavalos" neste blog, bem como os emails que tenho recebido, mostrando que, de certo modo, eu também pertenço ao "Bairro".
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