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quinta-feira, fevereiro 06, 2014

A INFLUÊNCIA DOS ELOGIOS NO DESEMPENHO DAS CRIANÇAS





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terça-feira, agosto 18, 2009

Casamento diferente

Que me desculpem os mais tradicionalistas, mas eu ADOREI este casamento!
E tenho a certeza que gostaria de ter feito algo semelhante. Que loucura!!!
Há tanta coisa institucionalizada que, quando aparece uma completamente diferente, ficamos sem respirar. Eu fiquei!
Onde está escrito que um casamento tem de ser um momento calmo, solene, em que a noiva tem de entrar majestosamente... sei lá, tudo aquilo que acontece nas nossas igrejas ou nas conservatórias? Será que no livro das boas maneiras e etiquetas da Paula Bobone?
Só sei que gostaria de ter tido esta lembrança e, claro, a devida coragem e amigos para fazer o mesmo.



terça-feira, junho 02, 2009

Geração Y


"A nova geração digital, mais conhecida como Geração Y, gosta de ambientes flexíveis da Web, muda de idéia com muita frequência, é totalmente imediatista e prefere a personalização de uma marca ou produto, fazendo com que as organizações tenham que buscar novas formas de interagir com seus públicos, que se torna critico a cada dia que passa." (da net)

Só que não é desse lado da Geração Y que eu quero falar, mas daquilo que eu encontro aos pontapés, seja na escola ou nas ruas.
A moda de agora, longe de tornar os nossos jovens elegantes e bonitos, transforma-os em bonecos todos iguais, vestidos da mesma maneira e, sobretudo, muito mal vestidos, deve dizer- se!
De há um tempo para cá, as miúdas (e não só, porque infelizmente há muita gente grúda que faz o mesmo) resolveram que, moda, é andar de calças de cinta descida (bem descida, por sinal), deixando sair "todo o pudim para
fora da taça", ou seja, mostrando todas as banhocas a sair do cinto, que, para piorar mais um bocadinho as coisas, anda bem apertado. Resultado, por vezes vemos criaturas novinhas, completamente disformes, sem sequer se preocuparem no que (na minha modesta opinião, claro) de tão mau andam a fazer ao seu corpo. E depois é só vê-las na praia, de bikini, com os tais papos nas ancas, formados graças às calças bem apertadas na cintura.
Mas quem é que teve esta bela ideia de que as calças de cintura descida dão elegância!?!
Bom, mas agora vamos ao meninos, essas fofuras adoráveis que, diariamente, me obrigam a ver as cuecas que trazem (sabe-se lá se lavadas...), como se, realmente, essa fosse a melhor maneira de imporem a sua geração e a sua irreverência. Então, é vê-los a subir as escadas como autómatos, com a cintura das calças quase no fundo do rabo, mostrando quase mais de um palmo de cueca, algumas tão "sarrafadas", que parecem estar prontas para abrir a qualquer momento. E eu sou OBRIGADA a ver tudo isso!
E quando se baixam e se vê, literalmente, o rabo? Quantas vezes, durante as aulas, já tive de mandar puxar as calças, fosse aluno ou aluna? E como se não fosse o bastante, até em casa eu tenho um exemplar desses...
Por favor, estilistas do mundo, inventem uma nova moda, para que uma nova geração apareça e os nossos olhos possam desfrutar beleza, elegância... normalidade (na minha modesta opinião, claro!).

quinta-feira, maio 28, 2009

Só eu sei porque não vejo a TVI



Embora esta conversa já se tenha passado há alguns dias e seja sobejamente conhecida pela maioria das pessoas, não resisto a colocar aqui o vídeo. Pode sempre haver alguém que não tenha visto (eu não tinha, até hoje) e acho que não se deve perder.
Agora confirmo as minhas suspeitas quanto ao facto de quase nunca ver a TVI, principalmente o seu telejornal. Além de todas as desgraças que são notícia do princípio ao fim, realmente a Manuela Moura Guedes deixa muito a desejar.

domingo, maio 10, 2009

Mais uma polémica

Não consigo compreender as pessoas nem aceitar muitas das atitudes que tomam. E não importa se são figuras de Estado, se é o meu vizinho do lado ou mesmo o Papa. Aliás, neste último caso, até acho que as coisas se tornam mais graves.
O facto é que, cada vez que o Papa se desloca a algum país, parece esquecer de preparar a viagem ou antes, quem o rodeia parece esquecer de o preparar convenientemente. E depois surgem as polémicas que, só por acaso, parecem ser sempre por culpa de outrem.
Então, não é que o protocolo se esqueceu de avisar o Papa de que deveria descalçar-se antes de entrar na mesquita?!? Quanto ao rezar, já poderá ser discutível, embora uma mesquita seja um local de culto, não importando a religião ou o modo como se reza (mas esta é apenas a minha opinião, que, em questão de rezas, sou um pouco "suspeita").
Que uma pessoa do povo, como eu, saiba essas coisas e o faça, não é de admirar... Afinal de contas, antes de viajar, procuro informar-me dos costumes e tradições e, em caso de países muçulmanos, sei que há diferenças a respeitar, quer eu possa ou não concordar. Mas eu sei que estou no país de outro povo e, se quero e gosto que me respeitem enquanto cidadã portuguesa, também o faço no país dos outros. Não me custa nada e fico sempre bem.
Ainda agora na Turquia, tive sempre o cuidado de me aperceber o que poderia, de algum modo, ser ofensivo para os que me rodeavam. Nas mesquitas usava um lenço na cabeça, tirava SEMPRE os sapatos à entrada (quem não sabe isto?) e, no final, quando a situação o pedia, sempre acrescentava teşekkür ou teşekkürler (obrigada ou muito obrigada), sem sentir que com isso me estivesse a forçar a alguma coisa. Aliás, mesmo no meu país, faz parte do meu vocabulário, usar o bom dia, boa tarde, se faz favor, obrigada, sem qualquer esforço. Sei que para algumas pessoas isso é um problema enorme, e para os nossos jovens, então, são palavras usadas nos séculos passados.
Pois é, Sr Papa, é melhor informar-se melhor sobre os países que visita, deixar-se "descer" ao nível das outras pessoas, para que não sejamos obrigados a pensar que o catolicismo é uma religião prepotente e com tendências a pensar que é superior às outras religiões.

domingo, março 22, 2009

O Sr Pedro Silva

Costumo dizer aos meus alunos que, por vezes, as coisas não correm como nós queremos e que, quando é preciso, devemos mostrar o que sentimos ou chamar a atenção para o que poderá estar mais ou menos correcto. No entanto, qualquer atitude deverá ser tomada com correcção, educação e respeito, pois só assim poderemos fazer valer as situações a nosso favor. Caso contrário, perdemos completamente a razão que possamos ter.

O que dizer da atitude do jogador do Sporting, quando, após o jogo e na entrega das medalhas, o Pedro Silva se recusou, primeiro a receber o prémio e depois o atirou ao chão com toda a violência?
Estes jovens cavalheiros que, como profissionais que são, e participantes daquilo que deveria ser um desporto saudável, não deveriam nunca esquecer que são o exemplo para os nossos jovens e que é graças a atitudes semelhantes, que, infelizmente, os adolescentes assimilam com uma facilidade incrível, que tantos problemas vão surgindo na nossa sociedade, nas nossas escolas, nas nossas ruas.

Não senti a mesma satisfação com a vitória do Benfica, que sentiria se as coisas tivessem corrido de forma diferente, mas, perante a atitude daquele jogador e de outras situações que aconteceram durante o jogo, digo que toda a razão se perdeu e o jogador perdeu uma boa ocasião para mostrar alguma da dignidade que deveria ter.