Num dia como o de hoje, já é da praxe acordar um pouco mais tarde, já que a noite, às vezes mais, outras menos, é propícia à degustação de alguns líquidos saborosos, mas por vezes mais pesados. Além de que o deitar é sempre tardio...
No entanto, há que dizer que, levantar e almoçar ao som da Orquestra Filarmónica de Viena, no concerto de Ano Novo, é das coisas boas que ainda podem acontecer ao comum dos mortais.
Estive deliciada a ouvir as composições tocadas pela orquestra, que como será normal, foram, na sua maioria, da família Strauss. As valsas e polcas e marchas são composições musicais que eu adoro ouvir, sempre com o pezinho a bater e o rabinho ansioso por levantar
da cadeira para rodopiar por um salão, com toda a leveza própria de quem dança estas músicas.
LINDO! MARAVILHOSO!
E para ser melhor, só estando naquele Salão Dourado do Musikverein, a ouvir a vivo e a cores…
Resultado: lá fui eu à procura das não sei quantas fotos que tirei quando estive em Viena e, mais uma vez, calcorreei as mesmas ruas de há uns anitos atrás, enquanto trauteava v
alsas de Strauss, sobejamente conhecidas. Como sempre, é um reviver de algo que faz bem à alma e nos dá um certo ânimo e alento para sonhar com novas paragens, novas situações, novo conhecer de pessoas agradáveis…
Aqui deixo algumas das minhas recordações de 2007, quando fui à Áustria, a Graz, mas não sem passar por Viena, uma cidade fascinante e que “transpira” musicalidade e… valsas de Strauss.











































