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quinta-feira, março 18, 2010

Ar livre

Depois de um dia de trabalho, nada melhor do que desafiar o Zico com um "vamos à rua?" e levá-lo para um espaço onde ele possa correr à vontade.
Claro que eu também aproveito o passeio ao ar livre e tiro umas fotos das pequeninas flores campestres. Sempre dá para matar um pouco a saudade do que eu tanto gosto de fazer: fotografar.





[mais fotos em My Eyes]

sábado, dezembro 26, 2009

segunda-feira, julho 06, 2009

Há olhares e... olhares!

[cão do vizinho]

[Óscar]

[Zico bebé]

[Zico menos bebé]

Continuando numa de amigos fiéis, mais uma vez concluo que, tal como nos humanos, há animais que conseguem transmitir, no olhar, a sua personalidade. Reparem só nos olhos destes três cães. Quanto homens não dariam algo para ter um olhar sincero e honesto como o destes 4 patas? Eu sei de alguns... (ahahah!!!)

quarta-feira, julho 01, 2009

Amigos




Quando o Zico tinha dois meses e veio para nossa casa, era uma bolinha e conheceu logo o grande amigo, o Óscar, um cão que deitava ternura pelos olhos. Brincaram, brincaram e, apesar da diferença de tamanho, notava-se bem que ficaram amigos desde o primeiro momento. Apesar de reguilas, as brincadeiras eram todas com cuidado, para que o pequenote não se aleijasse.



Infelizmente, o Óscar já não está para proteger o amigo nem para brincar com ele...



O engraçado é que agora é a vez do Zico ter o papel que foi do Óscar, com a Kolie, uma setter lindíssima, pequenina e traquinas.
É lindo ver como o Zico, apesar de ainda ser novito (fez 1 ano em Fevereiro), brinca com a amiguinha com muito cuidado, como se a pudesse magoar.
Lindo! E mais uma vez eu penso: como eu gosto dos animais!







segunda-feira, dezembro 08, 2008

Zico

Pior do que partir de fim-de-semana e deixar para trás o quatro patas sentadinho, de orelhas bem espetadas, com aquele ar de "que mal fiz eu, p'ra ficar de castigo?", é chegar a casa e encontrar os canteiros com escavações de quem andou à procura de alguma toupeira, ou montes de "presentes", uns mais sólidos do que outros e ainda os líquidos, que acabam por deixar marcas visíveis e cheiráveis.
É engraçado que todos na família querem ter um cão, mas, depois, o trabalho "pesado" sobra sempre para o mesmo, quer dizer, para a mesma.
O que vale é que eu adoro este canito e vou deixando cair no esquecimento os momentos em que os aspectos escatológicos me tiram do sério. Ainda que a maior incompatibilidade seja entre cão e flores. Aí, as coisas são mais difíceis e só depois de respirar muito fundo e pensar que estava na altura de mudar as minhas plantas, é que consigo olhar de frente pró animalito.
Agora, que já estou aqui sentadinha, olho para aquele focinho "trafulha", aquelas orelhas em riste e só me apetece fazer-lhe festinhas e mais festinhas.
Raio do canito! Tem-nos completamente dependentes e só pensamos como seria triste se o Zico não existisse nas nossas vidas