Pior do que partir de fim-de-semana e deixar para trás o quatro patas sentadinho, de orelhas bem espetadas, com aquele ar de "que mal fiz eu, p'ra ficar de castigo?", é chegar a casa e encontrar os canteiros com escavações de quem andou à procura de alguma toupeira, ou montes d

e "presentes", uns mais sólidos do que outros e ainda os líquidos, que acabam por deixar marcas visíveis e cheiráveis.
É engraçado que todos na família querem ter um cão, mas, depois, o trabalho "pesado" sobra sempre para o mesmo, quer dizer, para a mesma.
O que vale é que eu adoro este canito e vou deixando cair no esquecimento os momentos em que os aspectos escatológicos me tiram do sério. Ainda que a maior incompatibilidade seja entre cão e flores. Aí, as coisas são mais difíceis e só depois de respirar muito fundo e pensar que estava na altura de mudar as minhas plantas, é que consigo olhar de frente pró animalito.
Agora, que já estou aqui sentadinha, olho para aquele focinho "trafulha", aquelas orelhas em riste e só me apetece fazer-lhe festinhas e mais festinhas.
Raio do canito! Tem-nos completamente dependentes e só pensamos como seria triste se o Zico não existisse nas nossas vidas