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domingo, setembro 11, 2011

2001 - 10 anos...

Era 3ª feira e lembro, perfeitamente, que estava a almoçar, em casa, quando tudo aconteceu.
Não queria acreditar que tal pudesse suceder, mas, infelizmente era real!
Tudo o que se viu sabe a horror, mas há situações que, para mim são extremamente chocantes:





[Fotos do Google]

Por mais que pense, não creio que seja suficientemente capaz de imaginar o que é estar LÁ naqueles momentos...

quarta-feira, novembro 24, 2010

Fiz greve!

“Cortes salariais. PS e PSD admitem exceções nas empresas públicas”

Cortes de salários na Função Pública podem não ser para todos. A proposta do PS que prevê a possibilidade de exceção dos trabalhadores das empresas públicas foi aprovada com os votos do PS e abstenção do PSD (in ionline)

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“ TODOS OS ANIMAIS SÃO IGUAIS, MAS ALGUNS SÃO MAIS IGUAIS QUE OUTROS.”, George Orwell

A política ( e quem a serve) mete nojo!!

Por que não me admiro com o que está a acontecer?

Não é por nada, mas… I told you so!*

Admirar-me-ia se assim não fosse.

 

*private joke

Afinal não sou a única a sentir nojo da política. No Profblog o assunto já tinha sido mencionado:

“Enojam-me estes políticos. Aprovado regime de excepção aos cortes salariais”

quinta-feira, julho 08, 2010

Ao que nós chegámos...


Ao que nós chegámos...
"Antigamente", os filhos eram fruto do amor e da relação entre duas pessoas.
Agora, o dinheiro tudo paga e eis que as crianças SURGEM no mundo, sem sentir o que é amor da mãe e do pai.
Primeiro foi o Ricky Martin e os seus gémeos. Agora, o "menino bonito" ou "menino maravilha", Cristiano Ronaldo, APARECE com um filho, tal como se tivesse comprado mais um Ferrari. E a criança será muito amada pela família que tomará conta dele, porque o dinheiro tudo compra para se dar ao benjamim, e, entretanto, entre jogos e campeonatos, o papá "babado" aparecerá para lhe pegar ao colo.
Serei retrógrada? Se calhar... mas, felizmente, que os meus filhos nasceram porque nós os quisemos e muito amamos.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

65 anos depois


Faz 65 anos que Auschwitz foi "aberto" pelos aliados e muita gente conseguiu sobreviver ao terror imposto pelo nazismo.

Ao contrário da maioria das pessoas, incluindo o meu marido, eu não consigo sequer imaginar-me dentro daquele lugar. Sei o que aquelas paredes significam, o que se passou naquele espaço, o sofrimento de todas aquelas pessoas, adultos e crianças e a minha reação imediata é de uma aflição interior que não consigo controlar. Sinto uma claustrofobia tão intensa que chega a doer dentro do peito.

O Holocausto existiu, é uma realidade (embora haja quem, de forma incompreensível, o negue) e é uma prova de como é possível a ausência total de humanidade e de falta de respeito pela vida humana.

A minha homenagem a todos os que sofreram os horrores daqueles anos e a todos os que não sobreviveram.

domingo, março 29, 2009

Espero o próximo choque

"Enterrem a vossa raiva, porque a vida é curta", li no jornal A Bola, referente ao jogo da semana passada, e o certo é que isto se aplica a toda a nossa vida. Mas, que às vezes é difícil, isso é!
Nunca me considerei uma pessoa de preconceitos, tenho uma mente aberta para tudo o que vai surgindo no dia-a-dia e consigo acompanhar o crescimento dos meus filhos, tentando não esquecer os tempos modernos em que vivemos (parece uma frase da série "Conta-me como foi..." ). Só que sou uma pessoa para quem o Sim é sim e o Não é não e custa-me aceitar que, agora, isso se resuma a "Nim" ou "São". Tudo é permitido, tudo parece ser certo e as consequências dos actos de quem pratica as acções parecem não interessar a ninguém.
Ultimamente, parece que o mundo anda todo doido e todos os dias aparecem notícias sobre as loucuras que as pessoas fazem e/ou pensam.
Já anteriormente referi a situação monstruosa de uma criança de nove anos estar grávida de gémeos e de como, quem a tentou proteger, ter estado no "perigo" de ser excomungado pelo Bispo, sem sequer se pôr em causa o violador da dita criança. Dias mais tarde, sabe-se que o Papa, em África, num dos países onde há mais casos de SIDA, rejeitou o preservativo como forma de prevenção a um dos maiores flagelos do nosso mundo. Como se, o facto de ser a entidade máxima da Igreja, lhe desse toda a razão. Claro que o povo não vive fechado em quatro paredes, como parece ser o caso de Sua Eminência, e logo as opiniões se fizeram ouvir.
E as aberrações continuam a surgir todos os dias...
Mas hoje, para mim foi a gota d'água: há mais um "pai" grávido, desta vez em Espanha. O primeiro caso já me custou um pouco a engolir, mas agora já começa a ser demasiado.
Em que direcção estamos a seguir? Quais serão os valores que vão restar daqui a alguns anos? Que vamos nós deixar aos nossos filhos e aos nossos netos? Que tudo é possível e que podemos pisar tudo e todos, sem regras, sem valores morais, sem nada?
Quando alguém faz a sua escolha de vida, mudando de sexo, tornando-se numa pessoa diferente do que era, deverá assumir essa mudança e viver em conformidade com a sua opção. É um direito que todos temos, seja sobre que assunto for, desde que essa liberdade de escolha não interfira na vida de terceiros. Só que, o que está a acontecer, interfere, e de forma muito séria e grave, na vida de alguém que está para aparecer no mundo, e que, no futuro, poderá vir a sofrer na pele, as consequências de quem não pensou nos seus actos.
Todos os dias ouvimos sobre actos violentos de gente que não aceita a diferença. Como será a vida de uma criança gerada pelo "pai", que afinal acaba por ser a mãe, mas que usa calças e barba na cara? Como irá (ão) essa(s) criança(s) reagir quando, na escola, lhes falarem tudo isto na cara?
Será que, no mundo em que vivemos, os pais destas crianças serão capazes de evitar que sofram da descriminação que parece tão certa?
Acreditem ou não, nem consegui jantar, depois de ouvir a notícia. Senti uma revolta tão grande por aquilo em que o mundo se está a tornar, que nem consegui engolir fosse o que fosse, por muito agradável que parecesse.
Qual será o próximo choque?

sexta-feira, março 27, 2009

A decepção... e a tristeza!


Quem não conhece a expressão "apanhar um balde de água fria"?
Pois não sei se será possível imaginar o que sinto, mas tenho a sensação de ter apanhado com um balde de água fria, cheio de grandes pedras de gelo...
Isto tem uma explicação, claro.
Eu tenho muitos sonhos e um deles (apenas um dos muitos relacionados com viagens) é visitar Istambul. Pois será possível acreditar que essa chance está à distância de uma mão e... eu não vou? Ou antes, não posso ir. E tudo por uma questão mau funcionamento dos serviços administrativos da Agência Nacional portuguesa ou dos serviços europeus relacionados com os cursos/projectos europeus.
É tal a decepção... e a tristeza, claro.

terça-feira, janeiro 13, 2009

Capital da cortiça?


Parece incrível, mas uma das grandes empresas da cidade está em crise.
Vivemos na zona da cortiça, na cidade que é (era?) considerada a capital da cortiça, e hoje, quando fui para marcar uma visita com colegas estrangeiros que estarão cá na próxima semana, foi-me dito que as coisas estão tão más, que se torna impossível organizar qualquer tipo de visita.
E era esta uma das fábricas mais modernizadas do país. . .
Alguma coisa de muito grave está a acontecer no nosso país, para tudo estar a acabar fechado, famílias inteiras sem emprego e, ainda pior, sem qualquer esperança de encontrar um novo emprego.
Qual será o nosso futuro? Como será o futuro dos nossos filhos?

terça-feira, novembro 11, 2008

Abismo

Não querendo transformar este blog num muro de lamentações, não posso deixar de partilhar a opinião que aqui deixo, de alguém que não costuma ter papas na língua.

sexta-feira, outubro 17, 2008

Mental e fisicamente...

Hoje sinto-me particularmente cansada. Mental e fisicamente.
Depois de 8h de aulas com turmas de 26 alunos, tive uma reunião de Departamento para discutir todo este processo de Avaliação de Docentes. Mais cerca de 3h a falar de um assunto que revolta e nos faz pensar que, neste momento, eu queria poder estar em condições para dar aulas aos meus alunos, ensinando-os a crescer para serem adultos correctos, com valores morais e conhecimentos que os fariam ser pessoas felizes. Em vez disso, andamos todos de um lado para o outro, preocupados com o que vamos escrever na alínea a) ou b), o que são "descritores de sucesso"... E agora ainda apareceu o P.I.D.P., mais um documento a ser preenchido no final do ano. Só nos gozam...!!!!!!
Quando será que algum dos "iluminados de gabinete" desce ao terreiro e vem ver o que é a realidade que se vive numa escola, numa sala de aula, à frente dos quase 30 alunos ,que temos em cada tempo?
Esta sensação vai passar, mas é difícil atender o telefonema de um filho que precisa da nossa ajuda e nós só podemos responder que estamos em reunião e vamos chegar tarde a casa... Porque os professores não têm família, não têm compromissos pessoais, não têm desejos ou vontades próprias...
Colegas que estão no início de carreira: procurem novos rumos. Eu já dei 23 anos da minha vida, caso contrário...
Isto amanhã passa! Espero...

quarta-feira, outubro 15, 2008

Ser professor


"Se eu não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro." (D. Pedro II)


Que pena que hoje, no nosso país, as pessoas estejam esquecidas deste pequeno pormenor.