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quarta-feira, abril 11, 2012

E continuam a dar erros


Num país de doutores, cada vez mais se encontram erros de palmatória, como se dizia quando eu andava na escola.
Não sei se será pela minha profissão, mas o que é certo é que parece que os meus olhos só caem em cima do que está errado.
Não se irritam quando veem erros ortográficos em situações completamente aberrantes, como é o caso dos rodapés das televisões, nas montras das lojas, ou em outros lugares onde, à partida, deveria haver sempre alguém capaz de escrever corretamente, ou, pelo menos, capaz de corrigir o que o outro escreve mal?
O que eu acho é que as coisas não vão melhorar, porque, cada vez mais, os nossos jovens saem das escolas sem saber ler ou escrever corretamente. E vão para as faculdades! E acabam cursos! 


E continuam a dar erros...

domingo, outubro 03, 2010

Deputado pede jantar na cantina

Por isso a política me mete nojo.
Por isso os políticos são a mesma "porcaria" de sempre.
Por isso eu espero nunca perder um amigo por causa de assuntos de política, até porque não lhe (à política) ligo o suficiente para que tal possa acontecer.
No entanto, não posso deixar de, mais uma vez, realçar o que tantas vezes já tem sido dito, principalmente por aqueles que são mais directamente atingidos: quem se lixa é sempre o mexilhão.
E desta vez não é diferente!
O pacote que foi anunciado durante a semana, manda apertar o cinto aos mesmos de sempre, e, claro, que há os mesmos de sempre que ficam fora dos sacrifícios dos cidadãos deste país.
E depois há os que, como esse senhor deputado do PS, ainda goza com o resto do pessoal.

"Se abrissem a cantina da Assembleia da República à noite, eu ia lá jantar. Eu e muitos outros deputados da província. Quase não temos dinheiro para comer", afirmou Ricardo Gonçalves ao CM, repetindo o que tinha dito na última Ricardo Gonçalvesreunião do grupo parlamentar do PS, perante as medidas de austeridade do Governo.

O deputado socialista, que aufere cerca de 3700 euros mensais, reagiu assim ao corte de 5% que será aplicado de forma progressiva na Função Pública a quem recebe mais de 1500 euros. "Tenho 60 euros de ajudas de custos por dia. Temos de pagar viagens, alojamento e comer fora. Acha que dá para tudo? Não dá", referiu Ricardo Gonçalves para argumentar a sugestão que fez de a Assembleia da República abrir a cantina à hora do jantar.

Ricardo Gonçalves admite que lançou um repto irónico aos colegas de bancada, mas afirma que o assunto é sério, e que a classe política também é muito atingida pelas medidas de austeridade. "Estamos todos a apertar o cinto, e os deputados são de longe os mais atingidos na carteira", reafirma o socialista Ricardo Gonçalves.

O deputado ousou até discutir o assunto com José Sócrates. "Até foi uma discussão muito forte. Disse--lhe que as medidas já deviam ter sido aplicadas há mais tempo e que ele tem de explicar muito bem aos portugueses porque é que as contas de 2010 ainda não estão certas". referiu Ricardo Gonçalves. (Ver aqui)

E tal como os meus alunos costumam fazer, termino como comecei:
Por isso (e muito mais) a política me mete nojo.

sexta-feira, julho 30, 2010

António Feio morreu.


Devia ser proibido sofrer tanto para se ter um desfecho destes.

domingo, março 14, 2010

AVALIAÇÃO DE ALUNOS - NOVAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS

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QUESTÃO PROPOSTA:
6 + 7 =


RESULTADO APRESENTADO PELO ALUNO:
6 + 7 = 18


ANÁLISE E AVALIAÇÃO DO PROFESSOR
ANÁLISE :

  • A grafia do número 6 está absolutamente correcta; O mesmo se pode concluir quanto ao número 7;
  • O sinal operacional + indica-nos, correctamente, que se trata de uma adição;
  • Quanto ao resultado, verifica-se que o primeiro algarismo (1) está correctamente escrito e corresponde de facto ao primeiro algarismo da soma pedida.
  • O segundo algarismo pode muito bem ser entendido como um três escrito simetricamente - repare-se na simetria, considerando-se um eixo vertical!
  • Assim, o aluno enriqueceu o exercício recorrendo a outros conhecimentos. A sua intenção era, portanto, boa.

AVALIAÇÃO:

Do conjunto de considerações tecidas nesta análise, podemos concluir que:

  • A atitude do aluno foi positiva: ele tentou!
  • Os procedimentos estão correctamente encadeados: os elementos estão dispostos pela ordem precisa.
  • Nos conceitos, só se enganou (?) num dos seis elementos que formam o exercício, o que é perfeitamente negligenciável.
  • Na verdade, o aluno acrescentou uma mais-valia ao exercício ao trazer para a proposta de resolução outros conceitos estudados - as simetrias - realçando as conexões matemáticas que sempre coexistem em qualquer exercício...
  • Em consequência, podemos atribuir-lhe um 'EXCELENTE' e afirmar que o aluno 'PROGRIDE ADEQUADAMENTE'.

(Sem Comentários…!)