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terça-feira, novembro 24, 2009

sexta-feira, março 27, 2009

A decepção... e a tristeza!


Quem não conhece a expressão "apanhar um balde de água fria"?
Pois não sei se será possível imaginar o que sinto, mas tenho a sensação de ter apanhado com um balde de água fria, cheio de grandes pedras de gelo...
Isto tem uma explicação, claro.
Eu tenho muitos sonhos e um deles (apenas um dos muitos relacionados com viagens) é visitar Istambul. Pois será possível acreditar que essa chance está à distância de uma mão e... eu não vou? Ou antes, não posso ir. E tudo por uma questão mau funcionamento dos serviços administrativos da Agência Nacional portuguesa ou dos serviços europeus relacionados com os cursos/projectos europeus.
É tal a decepção... e a tristeza, claro.

domingo, dezembro 21, 2008

Recuso-me a deixar que me adiantem o tempo!


Realmente, eu já nem sei o que dizer. Será que estou lenta por viver no Alentejo, ou as pessoas andam a correr feitas loucas, como se tivessem medo de não chegar às épocas próprias dos acontecimentos ou festejos?
Já me acusam de andar saudosista em demasia, mas ainda lembro que, antigamente, o Natal era celebrado e falado em Dezembro, quanto muito, começávamos a tratar das coisas em Novembro. Agora, em Setembro ou Outubro, já só se ouve falar de Natal, já há montras arranjadas com enfeites da época e, na tv, a criançada já é "bombardeada", desde cedo, com os brinquedos para pedir ao Pai Natal. Quando chegamos a Dezembro, andamos cansados, atolados de Natal por todo o lado e por isso o espírito deixou de ser o que era. Consumismo, consumismo, consumismo... E a tal magia?
Bom, mas hoje senti que me saltou a tampa!
Então, mas as "Janeiras" já não são em Janeiro?
Eu explico.
No telejornal da SIC, houve uma reportagem feita em Penalva, mostrando o grupo de "janeireiros" que visitaram as casas e um lar de idosos. Que me desculpem, mas, a não ser que receassem que os ditos idosos não chegassem a Janeiro, não encontro explicação para as Janeiras serem cantadas ainda mesmo antes do Natal. Será que me está a escapar alguma coisa?
Eu queixo-me constantemente que o tempo, qual a fina areia do deserto, desliza por entre os nossos dedos, ou seja, pela nossa vida, sem que o consigamos travar. Mas isto já é demasiado! Recuso-me a deixar que me adiantem o tempo!