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domingo, janeiro 29, 2012
domingo, dezembro 26, 2010
A CENA (REAL) QUE MARCOU O FILME
As coisas que conhecemos com o que os nossos amigos nos mandam por email.
Obrigada, Abílio. Partilho.
" ESTE FILME FOI RODADO HÁ MUITOS ANOS...
VÊ-SE JON VOIGHT, PAI DA ANGELINA JOLIE, DE CACHIMBO AINDA MUITO NOVO!
O filme Deliverance (Fim de Semana Alucinante) estava a ser rodado no interior dos Estados Unidos.

O director fez uma paragem num posto de gasolina nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários actores contracenando com o proprietário do posto onde ele também morava com sua mulher e filho.
Este último, autista, nunca saia do terreno da casa.
A equipa parou no posto de gasolina para abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o director teve a felicidade de encaixar no filme.
Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos actores que sendo músico andava sempre acompanhado do seu instrumento de cordas aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.
Como houve uma 'resposta musical" por parte do garoto, o director captou a importância da cena e mandou filmar.
O resto pode-se ver no vídeo.
Atentem para alguns detalhes:
- O garoto é verdadeiramente um autista;
- Ele não estava nos planos do filme;
- A alegria do pai curtindo o duelo dos banjos... dançando;
- A felicidade da mãe captada numa janela da casa; e...
- A reacção autêntica de um autista quando o actor músico quer cumprimentá-lo.
Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto.
A sua expressão. No início está distante, mas, à medida que toca o seu banjo, ele cresce com a música e vai deixando-se levar por ela, até transformar a sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos a sua alegria.
A alegria de um autista, que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro.
O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.
Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de belezaeternizada "por acaso" no filme " Deliverance " (Ano: 1972)."
O resto pode-se ver no vídeo.
Atentem para alguns detalhes:
- O garoto é verdadeiramente um autista;
- Ele não estava nos planos do filme;
- A alegria do pai curtindo o duelo dos banjos... dançando;
- A felicidade da mãe captada numa janela da casa; e...
- A reacção autêntica de um autista quando o actor músico quer cumprimentá-lo.
Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto.
A sua expressão. No início está distante, mas, à medida que toca o seu banjo, ele cresce com a música e vai deixando-se levar por ela, até transformar a sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos a sua alegria.
A alegria de um autista, que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro.
O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície.
Depois, ele volta para dentro de si, deixando a sua parcela de belezaeternizada "por acaso" no filme " Deliverance " (Ano: 1972)."
Etiquetas:
feelings,
reflexões,
Revivalismo,
Sem palavras
quarta-feira, setembro 15, 2010
PROFESSORES LUSOS: Juro que fiquei com medo...
PROFESSORES LUSOS: Juro que fiquei com medo...: "São 4 minutos e 53 segundos de puro e atroz sofrimento (para nós, é claro). Se eu fosse aluno da professora Isabel iria ter receio... muito receio. Primeiro porque iria achar que era um completo e total deficiente mental. Segundo porque achava que a professora dava exemplos um bocadinho... um bocadinho... como é que eu hei-de colocar isto, "estranhos". Diria eu, colega da Isabel, são exemplos que eu daria se tivesse acabado de acordar de um coma profundo (daqueles que me impediam de ficar com um "cérebro mais forte" e de saber que "um dia tem 24 horas").
Vejam, oiçam e depois digam alguma coisa."
Experimentem também sem som.
Estava para não começar a escrever tão cedo sobre a escola, sobre o ensino, sobre tudo o que nos rodeia, a nós professores e aos alunos. Só que perante coisas destas, como é que poderia resistir?
Não se trata apenas do vídeo que, francamente, me faz ponderar sobre o papel desta senhora num cargo de tanta responsabilidade, e se realmente ela está convencida que, falando dessa maneira, vai conseguir... nem eu consigo imaginar o quê.
Trata-se também do próprio poste que está impecável. Diz tudo e da maneira certa.
Senhora Ministra, os nossos alunos já são capazes de ouvir falar normalmente, sem serem tratados como imbecis... e, imagine, também conversam como gente grande.
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