domingo, julho 18, 2010
Que qualidades um director deve ter?
sábado, julho 17, 2010
Nenhum aluno conseguiu saltar do 8º para o 10º ano

quarta-feira, julho 14, 2010
Dia Europeo de la Opera en Pamplona. CORO "PREMIER ENSEMBLE" de AGAO
(Gravação feita em 18 de Maio de 2010)
Dia Europeo de la Opera en Pamplona. CORO "PREMIER ENSEMBLE" de AGAO
sábado, julho 10, 2010
quinta-feira, julho 08, 2010
Ao que nós chegámos...
quarta-feira, julho 07, 2010
Em águas de Cabanas

terça-feira, julho 06, 2010
Também acho!
Adolescência, Psicologia e Direitos Humanos
"Quando um adolescente perante as sucessivas recusas do adulto em ceder aos seus pedidos, continua a insistir, o que pretende é que o adulto não ceda. O seu objectivo é perceber se tem à frente um adulto suficientemente seguro de si mesmo, que aguente e compense a sua insegurança. Esta foi uma das coisas mais importantes que aprendi na profissionalização em serviço, na disciplina de Psicologia, este teste a que os adultos são sujeitados sem muitas vezes darem por isso.
Para que o crescimento sadio de uma criança e de um jovem possa ter possibilidade de acontecer, o mundo não pode ser colocado ao seu nível, muito pelo contrário – o papel do educador é levar à criança e ao jovem, à medida do seu entendimento, a riqueza do mundo em que vive, sabendo contudo, que esse mundo está continuamente a ser descoberto e que é uma dinâmica constante.
Colocar limites à criança e ao jovem, ser exigente com as suas posturas e as suas responsabilidades, ao contrário do que se possa pensar, é dar-lhes o direito de crescerem com segurança, com amor, com autonomia, com equilíbrio e de, assim, mais probabilidade terem de construírem um futuro do qual se orgulhem e no qual se possam rever. Colocar limites à criança e ao jovem é também uma forma de acreditar que conseguem ir mais longe!" (in ProfBlog)
sexta-feira, julho 02, 2010
Sequesso
Eu sei que este artigo já foi escrito em Março de 2008, mas o que Henrique Raposo escreveu naquela altura, prova duas coisas:
"A pátria adora conversar sobre professores. A pátria, porém, n unca fala sobre educação. Portugal ainda não arranjou coragem para lidar com este facto : os alunos acabam o secundário sem saber escrever. Parece que os professores vão fazer uma 'marcha da indignação'. Pois muito bem. Eu também vou fazer uma marcha indignada. Vou descer a avenida com a seguinte tarja: 'os alunos portugueses conseguem tirar cursos superiores sem saber escrever'.
A coisa mais básica - saber escrever - deixou de ser relevante na escola portuguesa. De quem é a culpa? Dos professores? Certo. Do Ministério? Certo. Mas os principais culpados são os próprios pais. Mães e pais vivem obcecados com o culto decadente da psicologia infantil. Não se pode repreender o "menino" porque isso é excesso de autoridade, diz o psicólogo. Portanto, o petiz pode ser mal-educado para o professor. Não se pode dizer que o "menino" escreve mal porque isso pode afectar a sua auto-estima. Ou seja, o rapazola pode ser burro, desde que seja feliz. O professor não pode marcar trabalhos de casa porque o "menino" deve ter tempo para brincar. Genial: o "menino" pode ser preguiçoso, desde que jogue na consola. Ora, este tal "menino" não passa de um mostrengo mimado que não respeita professores e colegas. Mais: este mostrengo nunca reconhece os seus próprios erros; na sua cabeça, 'sexo' será sempre 'sequesso'. Neste mundo Peter Pan os erros não existem e as coisas até mudam de nome. O "menino" não escreve mal; o "menino" faz, isso sim, escrita criativa. O "menino" não sabe escrever a palavra 'recensão', mas é um Eça em potência.
Caro leitor, se quer culpar alguém pelo estado lastimável da educação, então, só tem uma coisa a fazer: olhe-se ao espelho. E, já agora, desmarque a próxima consulta do 'menino' no psicólogo. "
terça-feira, junho 29, 2010
110 anos de Saint-Exupéry

"A perfeição não é alcançada quando não há mais nada a ser incluído, mas sim quando não há mais nada a ser retirado."
"Cada um que passa na nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra. Cada um que passa na nossa vida, passa sozinho, mas não vai só nem nos deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, mas há os que não levam nada. Essa é a maior responsabilidade da nossa vida, e a prova de que duas almas não se encontram ao acaso."
Antoine de Saint-Exupéry
domingo, junho 27, 2010
sexta-feira, junho 25, 2010
quinta-feira, junho 24, 2010
Eu pergunto apenas duas coisas

Eu pergunto apenas duas coisas:
segunda-feira, junho 21, 2010
Festival do Crato 2010
sexta-feira, junho 18, 2010
La Traviata de Verdi
quinta-feira, junho 17, 2010
Recordando a coincidência

domingo, junho 13, 2010
Quem aguenta?
Eu até nem ligo ao futebol e vejo muito raramente.
em ao jogo, que cantam, gritam, e dão aquele grito Goloooooooooo! quando isso acontece. Há emoção!E ainda estamos no início do campeonato. Quem é que vai aguentar isto durante um mês?
quarta-feira, junho 09, 2010
Uma grande caneta...

terça-feira, junho 08, 2010
Sem mais comentários!

Hoje em dia, em muitas das escolas, os alunos regulares, que passam de ano, que estudam (uns mais do que outros, já sabemos), estão sujeitos a serem preteridos em relação àqueles que, coitados, têm 15 ou 16 anos e andam "a marcar passo". Veja-se a proposta que surgiu de que esses alunos transitem do 8º ano para o 10º (após o exame do 9º, que, supostamente, será feito sem que tenham frequentado este último ano do 3º Ciclo). Tudo se faz para que as criancinhas dos PIEFs, CEFs e outros afins, sejam vistos como a "salvação" das escolas, como o melhor que acontece nos estabelecimentos de ensino. Como tal, tudo o que esses alunos fazem é de realçar, mesmo quando alguns trabalhos nem são feitos por eles.
O que dizer quando, dois alunos regulares, que trabalharam num projecto europeu, partilharam vivências com jovens de outras escolas europeias e pretendem divulgar na sua escola o que fizeram e viveram num país que não o seu, numa escola que não a sua, com colegas que não os da sua turma? Vamos apoiá-los e ouvir o que têm para nos dizer?

Eis o que aconteceu na escola desses dois alunos: tiveram como assistência os dois professores que os acompanharam na sua aventura, apesar do momento ter sido devida e atempadamente divulgado pela escola.
quarta-feira, junho 02, 2010
João, "até um dia..."
Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...
Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...
Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...
Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!
A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...
Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!"
terça-feira, junho 01, 2010
Ave Maria
Sorriamos, que faz bem à alma

Movimento 'uma playmate em cada turma'
"Se eu mandasse todas as professoras posariam nuas na Playboy. Primeiro, por uma questão de disciplina. Nenhum aluno arrisca a expulsão da sala onde lecciona a Miss Fevereiro
16:33 Quarta-feira, 19 de Mai de 2010
Na qualidade de antigo aluno, a notícia da professora de Mirandela que posou nua na Playboy deixa-me indignado: no meu tempo não havia professoras destas. Na qualidade de cidadão que já foi capa da Playboy, o facto de a professora ter sido suspensa faz com que esteja solidário: nós, as coelhinhas, devemos unir-nos. Devo dizer, aliás, sem querer ser corporativista, que, se eu mandasse, todas as professoras posariam nuas na Playboy. O Ministério da Educação continua entretido com programas e avaliações e ignora aquilo de que o nosso sistema educativo precisa: professoras nuas.
Primeiro, por uma questão de disciplina. Nenhum aluno arrisca a expulsão da sala onde lecciona a Miss Fevereiro.
Segundo, por razões de concentração no estudo. Qualquer jovem aluno já deu por si a imaginar a professora sem roupa. Eu não fujo à regra, e aproveito a oportunidade para pedir desculpa à Irmã Genoveva. Mas os alunos de professoras que posam na Playboy não perdem tempo com distracções dessas: não precisam. Se querem ver a professora despida, abrem a revista na página 49. Na sala de aula, concentram-se na compreensão da matéria.
Terceiro, para conseguir o desejado envolvimento da comunidade no processo educativo. Os encarregados de educação mais desinteressados passam a frequentar todas as reuniões de fim de período: os pais desejam ver a professora; as mães desejam verificar se os pais não se entusiasmam demasiado com o visionamento da professora. Padrinhos que não vêem o afilhado desde a pia baptismal virão de longe para se inteirarem do aproveitamento escolar do miúdo.
Infelizmente, a vereadora da Educação da Câmara de Mirandela pensa de outro modo. A exibição pública voluntária do corpo nu está interdita às docentes. Não se sabe a que outras profissões se alarga esta inibição. Canalizadoras podem posar sem roupa sem desprestigiar o nobre ofício de vedar uma torneira? Empregadas de escritório podem deixar-se fotografar nuas sem melindrar os carimbos? Ninguém sabe ao certo, mas parece urgente definir com rigor que outras profissionais estão deontologicamente impedidas de fazerem com o seu corpo o que quiserem.
Mais do que a suspensão, deve colocar-se em causa a recolocação da professora. O receio de alarme social levou a Câmara a retirar a docente do contacto com os alunos e a enviá-la para o arquivo municipal. Ora, o contacto com bibliotecários de óculos grossos que não vêem uma pessoa do sexo feminino nua desde 1977 não será mais perigoso e socialmente alarmante do que o convívio com jovens? Fica a pergunta, para reflexão das autoridades fiscalizadoras da nudez"












