quarta-feira, novembro 19, 2008

Poesia Poliglota

A linguagem per le innamuratti,

is talking avec le coeur...

Se no hablan the same idioma...

Ça suffis parlare con le mani...

Para se amar really, really,

chi bisogna seulement

que se tenga much love nel cuore...

Per bacciare... no se habla

nadica de nada...

les bouches sont grudadinhas...

The kiss c'est vraiment

internazionale... nada se habla...

Donc, it's not necessaire

se cappire las cosas que pensamos...

Doppo, cuando esteamos in the bedroom,

sur le lit d'amore... Falar prá que?

Chi bisogne just action...

Se trabaja avec the hands,

perche perdre temps hablando...

Facciamo l'amore... is the best...

D'accord my honey?

Entonces, mi amorcito, my love,

mio amore, ma douce cherie,

vamos botá prá quebrá...Ok?


Marcial Salaverry


terça-feira, novembro 18, 2008

Pensamentos


"Há momentos difíceis na vida.
Grandes ou pequenas, as dificuldades

Podem ser decisivas.

Somente a firme determinação

De enfrentar as adversidades

Leva o indivíduo a vencê-las verdadeiramente.

Nessas horas cruciais,

Jamais hesite o mínimo.
"

Daisaku Ikeda

segunda-feira, novembro 17, 2008

ADOREI MESMO!!!!

domingo, novembro 16, 2008

Fernando Pessoa

Visitando o blog dos meus conterrâneos, o Abílio tinha escrito este poema que eu não conhecia (dedicando-o ao Rui Felício). Espero que não se importe que eu o "transfira" para aqui. Gostei imenso quando li.

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De Tudo Ficaram Três Coisas
A certeza de que estamos sempre começando,
A certeza de que é preciso continuar,
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar.

Portanto devemos:
Fazer da interrupção um caminho novo,
Da queda um passo novo de dança,
Do medo, uma escada,
Do sonho, uma ponte e
Da procura, um encontro.

Fernando Pessoa

(in, CAVALO SELVAGEM)

Frase preferida





Sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos ...

W. Shakespeare

sábado, novembro 15, 2008

Hoje o dia está maravilhoso!

Hoje o dia está maravilhoso! Era suposto estar em Évora a passar o dia com amigas. Em vez disso, ando pelo meu quintal a saborear a luz e o calor do astro rei e a apreciar as minhas flores e o meu canito Zico, a delícia de cá de casa. Ambos gostamos de estar ao sol... Ummmm que bom!!!

quarta-feira, novembro 12, 2008

Já faz 8 anos...


Hoje é um dia especialmente triste. Por isso só coloco esta foto que tirei num passeio que fiz às Aldeias de Xisto, perto da Lousã. Tenho a certeza que a minha mãe teria adorado fazer esse passeio...

SO-SO


Continuo SO-SO.
Isto não mata mas vai desgastando...
Dia após dia, semana após semana e não tarda teremos chegado ao final do 1º período sem que alguma coisa tenha mudado.
E o tempo vai passando rapidamente sem que o notemos. À segunda-feira, contamos os dias que faltam para chegar a sexta e, mal damos por isso, já o fim-de-semana passou sem que nos sintamos descansados e prontos para uma nova semana de trabalho.
E os meses vão correndo a passos largos...

terça-feira, novembro 11, 2008

Abismo

Não querendo transformar este blog num muro de lamentações, não posso deixar de partilhar a opinião que aqui deixo, de alguém que não costuma ter papas na língua.

segunda-feira, novembro 10, 2008

10 Nov. - Dia Mundial da Ciência para a Paz e Desenvolvimento

Vida familiar?





Quantas vezes esta situação já aconteceu na minha casa, porque a mãe ou pai (ou os dois em simultâneo) estão numa reunião na escola, daquelas que começam às 17:00 e terminam às 20:00, e que se repetem dia após dia... E, quando chegamos a casa, ainda há fichas para corrigir, trabalhos para ler ou aulas para preparar... (e fiquemos por aqui!)
Quando é que nos será permitido ter vida familiar, como qualquer outra pessoa?

sábado, novembro 08, 2008

Eu fui lá!


sexta-feira, novembro 07, 2008


A vida dá tantas voltas e é bem verdade que, de vez em quando, aparecem algumas surpresas muito agradáveis.
Descobri, nestas minhas andanças pelo CAVALO SELVAGEM, uma das minhas professoras do tempo em que fui aluna do Infanta D. Maria. E, por acaso, uma das professoras que me marcou ao ponto de querer também ser professora de Educação Física. A Matemática é que me trocou as voltas e eis que sou professora de Língua Portuguesa. Eu tinha de ser professora!
Giorgina Faustino, uma das habitantes do Bairro (em Coimbra), era uma professora pequenina (como eu), exigente, mas que nos fazia gostar da disciplina. Eu adorava Educação Física! Confesso que não sei se sentiria o mesmo se fosse hoje, mas isso são opiniões.
Vai ser giro se, um dia, estiver novamente com aquela senhora. Espero que sim!
Para ela, mando um beijinho.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Coimbra

Nunca Coimbra esteve tão próxima como agora, estando eu tão longe.


AMAR EM COIMBRA

Noutros tempos se diz que alguém contou

Que em Coimbra de amores se perdeu,

E de novo se perdeu quando voltou

E esses amores longínquos reviveu.

Noutros tempos se diz que alguém sonhou…

Que uma tricana linda o rio desceu…

E que ao revê-la outra vez a amou,

E que esse amor o fogo reacendeu.

De novo se encontraram, enfeitiçados

Olhos nos olhos, dedos enlaçados

Numa suave dança que a paixão inflama


E inunda os corações de felicidade…

Morre-se de amores em qualquer cidade!

Mas em Coimbra só vive quem muito ama!


Rui Felício

02-11-2008

quarta-feira, novembro 05, 2008

O Bairro em Coimbra

Um dos blogs que estou a seguir, diariamente, é o CAVALO SELVAGEM, de um grupo de pessoas que, ao fim destes anos todos, ainda conseguem encontrar-se num espaço como este, para partilharem vivências da sua juventude, num bairro de Coimbra. Mas não se encontram apenas nas palavras que escrevem ou nas fotos que vão descobrindo nos seus álbuns; também conseguem manter um espírito que os leva a juntarem-se em pequenos e grandes encontros, como foi o de 18 de Outubro, no Centro de Recreio.
Afinal, qual é a razão por que eu me sinto ligada a esse pessoal (sim, é um grupo enorme e há sempre alguém que vai aparecendo para engrossar este grupo de velhos amigos)?
Bom, muito simplesmente porque, a 160km da cidade dos estudantes, são eles que me fazem recordar coisas da minha meninice e juventude, desde os 5 anos até aos 25, idade com que deixei Coimbra para conhecer o Alentejo, onde comecei a trabalhar e onde ainda vivo hoje, com família e amigos.
Quando leio o que escrevem e recordam, volto a calcorrear espaços por onde passei para ir para a escola do Magistério Primário ou para o Liceu Infanta Dª Maria, como era a Praça dos Açores, por onde a minha mãe nunca queri
a que eu fosse... Volto à Praça Ilha da Madeira onde morava uma das minhas melhores amigas, a Milú... Revejo a casa da minha tia na Rua de Angola...
Não os conheço pessoalmente, mas sei qu
e todos frequentámos o Samambaia para a bica e momentos com amigos. Eu sou um bocadito mais nova, por isso, naquele tempo, talvez pertencesse ao grupo dos jovens que gargalhavam no meio do café. Lembro que, por vezes, éramos um grupo, bem no meio da sala, ocupando 3 ou 4 mesas. Noutras vezes, só estava eu e a minha amiga Manuela Branquinho, e sentávamos junto à parede, numa mesa estratégica para ver quem entrava. Comecei a ir ao café quando já estava no Propedeutico, e gostava imenso daqueles momentos de convívio. Por isso, algumas das caras que vejo nas fotos do CAVALO SELVAGEM, não me são completamente desconhecidas, embora não possa associar nomes nem situações.
Aliás, eu não morava no Bairro, propriamente dito. Morava na Rua Dr. Daniel de Matos, por cima da retrosaria da Dª Celeste e do Sr Lemos, que, por acaso, eram os meus pais. Talvez as mães de alguns dos Cavalos tenham feito compras na loja da minha mãe, ou, quem sabe, talvez tenham ido tirar/revelar fotografias
no fotógrafo que era logo ao lado...


Para já, não posso deixar de agradecer ao meu amigo da Figueira da Foz, o António Ramos e à sua companheira, Maria João, por me terem falado do blog. E não quero ,também, deixar de agradecer as visitas e comentários, feitos por "cavalos" neste blog, bem como os emails que tenho recebido, mostrando que, de certo modo, eu também pertenço ao "Bairro".

segunda-feira, novembro 03, 2008

sábado, novembro 01, 2008

Bolinhos e bolinhós...


Visitando um blog das "AREIAS CONHECIDAS", o CAVALO SELVAGEM, pude recordar o que, na minha meninice, fazíamos e cantávamos na noite de 31 para 1, na noite da bruxas. Nessa noite, antes e depois de jantar, as crianças saíam pela vizinhança, algumas com as abóboras recortadas e com a vela a iluminar os buracos, outras, como eu, com uma caixa de sapatos a fazer o mesmo efeito, com uma lanterna acesa. Por vezes ia com uma amiga, ou então, ia sozinha. Naquele tempo não havia medo de andar na rua à noite e as crianças andavam à vontade.
E cantávamos:




Bolinhinhos e bolinhós
Para mim e para vós
Para dar aos finados (sepultados)
Que estão mortos e enterrados

À porta da bela cruz
Truz, truz, truz

Ó senhora que está lá dentro
Sentada num banquinho

Faz favor de vir cá fora
P'ra nos dar um bolinhinho (ou tostãozinho)


Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho!

Ferrão, ferrão
Esta casa vai ao chão!

Trás, trás
Aqui mora o Santanás!

Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum anjinho (ou santinho)

Aqui no Alentejo, onde vivo agora, embora haja alguns jovens que brincam ao importado Halloween à noite, é no dia 1 de Novembro, bem cedinho (8h da manhã), que a campainha começa a tocar e grupos de crianças gritam "Blim-blim, cá pró meu saquinho! Blim-blão, cá pró meu sacão!"
Cada região, sua tradição.